agosto 09, 2007

psttt

e achas que lá o pessoal, se der por nós, nos irá obrigar a pagar uma nova anuidade? só por dois postitos deste tamanho?

Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:13 AM | Comentários (1) | TrackBack

e claro que os comentários continuam sem funcionar

Os meus comentos aqui nem sequer abrem, e os teus estão lá com ar todo sorridente mas quando vamos fazer publish vai tudo com os porcos. Olha, vai por aqui a resposta...

Não faço a minima ideia se a coisa se apaga ou não! hoje passei num blog que justificava assim um post desgarrado para que não lhe fechassem o blog, e como não custa nada e um gajo até já faz isto com uma mão atrás das costas, olha, pimba. (e já me rio só de pensar que a esta hora deve haver já por aí um ror de gente a empurrar as portas enferrujadas dos velhos blogs e a tirar as teias de aranha dos posts só para não deixarem que lhes levem a mobília toda. ahahah)

Mas olha que se estava mesmo bem nesse teu 100nada ainda agora. Sabes, eu nunca o quis confessar mas gosto mais deste nosso velho quarteirão do que aqueles bairros todos pomposos para onde me mudei. Tu ainda foste para a baixa, agora eu, naquele condomínio fechado de novos ricos em que um gajo nem pode mudar a cor das paredes, bahhh

Olha, e termino só para dizer que aqui se recebeu-se o teu post em boas condições, e que gostei muito de emitir daqui para aí, assim coisa a fazer lembrar já as velhas galenas

Beijos, volto para o pé dos patos bravos. ai, queria dizer, para o pé dos meus novos colegas de blog.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:05 AM | Comentários (0) | TrackBack

agosto 22, 2006

Desabafo de umas férias por gozar, com uma agulha de croché

Acabo de chegar da fisioterapia e recebo um telefonema em tom alarmado. Acalmo o interlocutor, aquele que afinal tem à sua guarda metade desta minha família, e disso de súbito ganhando consciência sou já eu que me desacalmo. Solícito prossegue então mais rápido. Que parece que o miúdo partiu a perna. Coisa de estar ali à babuja, aos pulos entre a água e a areia, uma cova dessas de baldes de pais, para ali esquecida, e pronto, coisa que julgava só a mim acontecer, coisa de usado portanto. Mas não, mais grave até que o sucedido com a minha pobre figura, que esta foi mesmo fractura e irá para um mês de gesso. Pior é o antes disso, o já, que as férias se continuam comigo logo depois de amanhã, e assim ficam já todas comprometidas. Ou talvez não, que lhe leve uns livros, diz-me ele, até orgulhoso da sua condição, ainda orgulhoso dessa condição. Digo-lhe que sim, que levarei vários, e uma agulha de croché. Que não percebe, para quê isso, que me estranha tais ideias, e eu a pensar nos gessos e nos calores e na raiva das comichões e do coça-coça, e que sim, que ainda assim lhe levarei uma agulha das grandes. E a conversa a desenrolar-se e ele e eu, os dois a normalizar-nos já, e boa noite filho e não te esqueças de agradecer aos tios tantos cuidados. Um beijo meu querido e não te pegues com o Diogo que me diz ele que anda de olho negro, e isso até asseverado pelas primas. Mas pai … e um beijo, clic.

Bem, agora vou eu dormir. Passo pelo quarto deles e não consigo resistir a olhar por cima do armário. Lá está ele, metalizado, a um canto, que bem lhe vejo a testa arredondada. Faço cálculos de desarmar aquilo de adereços, que sem a pala e sem os óculos aquele capacete da neve até se fará confortável. Depois apercebo-me do ridículo da ideia, mas mesmo assim hesito. É que já dificilmente alguém me conseguirá fazer acreditar que, durante a noite, não me irá cair o estuque do tecto na cabeça.

(Mas coitado do miúdo caramba, e eu aqui)

Publicado por Eufigénio Lagoa às 01:26 AM

agosto 21, 2006

Dizem que faltam fotos aqui

Ria de Alvor, em frente às minhas férias

Pois se as soubesse tirar, se as tivesse, isto não seria esta frígida caixa de texto.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 10:06 AM

agosto 20, 2006

E por falar nisso de rios, outros rios, os mesmos escoares e correntezas

Deixa lá Zéze, a mim até já me perguntaram se o meu irmão mais novo era meu filho. São dislates de gente sem discernimento naturalmente. De qualquer forma um tipo acaba por resignar-se, não tanto com isso da idade, mas dessas constatações fartas de maldade que outros nos atiram cada vez mais frequentemente para a frente do espelho. E também, há coisas piores, … sei lá, … olha, avelhentar sem esse humor, ou sem esse dote da tua escrita, por exemplo.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 08:27 PM

A minha vida é um rio ...

Uma B.leza ainda poder ir beber copos com amigos que conservo há 30 anos, e por lá encontrar gente que não via há 25 anos. Tanta idade, tantos anos, e copos, tudo isto aparenta um quadro irrefutavelmente geriátrico, bem sei, mas ainda assim, é bom ir para velho assim, que posso dizer mais.

[E amigo Ai, o nome que inventei aqui para mim é Eufigénio, que pode ser parecido mas nada tem a ver com o Efigénio que alguém já antes desta terá inventado. Se me hiperlincas, hiperlinca-me bem pá (as coisas que um tipo agora escreve!?) ]

Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:32 PM

agosto 14, 2006

Um mero (enfim, talvez um pouco exagerado) momento de saudades

Discutem lá pelos Algarves quando irá ele dali para acolá, e se pode ser só amanhã, mas que não, que já deveria ter sido ontem. De barlavento para sotavento, assim vou sabendo que tenho um filho disputado ferozmente entre duas veraneantes famílias. Que sorte tem ele em ter assim férias para além das que eu lhe posso dar. E que sorte ele tem, com o seu carácter sedutor, e esse fundo macio onde é bom chegar e ficar, que é sorte ser assim, alguém de quem é tão fácil gostar. E minha a sorte também, que assim o vejo, afinal, já tanto para além de mim, já tão mais do que eu sou.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:26 PM

agosto 03, 2006

"A renúncia é a libertação. Não querer é poder" F.P.

Ah ganda Bill! Bem vindo ao clube dos TA. São só os primeiros 4 (dias, meses, anos) que são os mais difíceis, depois a coisa alivia e só pensas nisso de 10 em 10 minutos, e às vezes até por períodos de tempo ainda mais alongados.

Tu no quarto dia sem fumar e eu no primeiro dia com canadianas, e o mundo será nosso! Que a força esteja contigo.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 04:24 PM

julho 13, 2006

Da distância da morte

São mais cavadas as saudades daqueles a quem já não podemos tocar mais, (mesmo que ainda ontem o tenhamos feito), do que as saudades que sentimos por aqueles que sabemos poder sempre um dia voltar a ver, (mesmo que isso nunca venha a acontecer).

O que torna a ausência mais difícil de suportar não é a distância que a afasta, nem o tempo em que perdura, mas sim o sabê-la insuperável.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:50 PM

junho 05, 2006

Questão de fôlego

Escrever é como mergulhar de apneia. A princípio é fácil. Primeiro lançamo-nos na vertical, o fôlego sustém-nos e o profundo atrai-nos. Tentar cinco a sete metros, com o  fundo ao perto é o ideal, mas com águas transparentes. Sai a primeira frase. Mesmo que lá não cheguemos, poderemos sempre deliciar-nos com esse planar que nos envolve no que nos rodeia, a sentir na pele que não há cimo nem baixo. O fôlego começa a ir-se. Começamos a investir ideias, coisas sem terminação, apressadas. Sentimos o pulsar do coração, e a água começa a ser-nos mais pesada. Já não nos sentimos parte dela, mas a parte que ela quer tomar. Mas tencionamos ficar ainda. Agora teimamos escrever qualquer coisa, ou acabar o que quase começámos. E assim arriscamos deixar-nos naquela suspensão por mais um pouco, e essa coisa que queremos escrever está quase em nós. É um mero, enorme!, é um mero que agora nos prende a atenção, com olhos redondos, rente ao fundo. Mas já não há fôlego. Justamente agora, quando queríamos ali ficar a (escre)vê-lo. Ainda arriscamos afundar-nos um pouco mais, quase rabiscamos a frase de forma completa. Há uma embriaguez quando nos atrevemos a arriscar o limite da nossa respiração que nos faz escrever mais depressa. Mas, a partir dali, definitivamente, não há fôlego que aguente. Ou ficamos, e mergulhamos num texto desconexo sem olhar para trás, sem ligar às reservas que já não temos, ou regressamos de imediato. Voltamos. Nada justifica que fiquemos nas palavras, que só elas - nós sucumbidos - de nada valem. E já na superfície, engasgados com a água que nos entrou nos bofes, lá vamos gesticulando. Falar, agora, é impossível. Nem eles ali perceberiam o desagradável que é ter quase algo para dizer, e não saber. Ficar a um fôlego de o poder dizer. É por isso que ninguém fala do que sente quando está no fundo do mar. Assim se escreve, e se cala. Tem-se tanto para dizer sem saber. Escrever é também assim, não escrever. Ás vezes é como se houvesse um limite de tempo para a nossa respiração. Sem perceber porquê, zarpamos para cima, expelindo no ar as letras desconstruídas, tudo ali misturado numa agitação de bolhas de ar e pressa de chegar.  Escrever é na maioria das vezes assim, quase, e acabar por não o fazer. Um mero enorme que nós quase tocámos no fundo do mar, mesmo antes de nos faltar o fôlego.

[ Percebes porque escrever um livro é para mim um projecto de suicídio? Ninguém escreve com garrafas de oxigénio. Ou se sabe suster a respiração, ou subitamente deixamos de perceber que estamos ali, no fundo de tudo, a ver um mero. Além disso, quando mergulho não o faço para contar, mas apenas para estar ali. E um livro é um mero; prefiro sabê-lo no fundo do mar, e sempre que mergulho, não o saber contar.]

Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:36 PM

maio 19, 2006

“Não estranhes que um dia te sintas mais homem por o veres seguir,

mas menos de ti por o saberes partir”

provérbio inventado por um pai na adolescência

Ontem, pela primeira vez não lhe disse para onde deveria ir,  nem o que teria de fazer,  nem até a que horas isso iria acontecer.  Pela primeira vez foi ele que …

Tinha combinado com um amigo às 9.00h num café da Expo. De mim, apenas se o poderia levar. Que logo veriam o que iriam fazer porque de manhã não haveria aulas. De mim, que ficasse descansado. Que precisaria de dinheiro para almoçar e para o metro. De mim, se o podia dar.

Depois de me despedir dele, fiquei a olhá-lo. Ia grande, muito maior que ontem. E pela primeira vez não lhe perguntei a que horas iria chegar. Lá partiu. Voltará, mas já não o mesmo.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:52 PM

maio 15, 2006

O segredo da renovação ...

Os melhores almoços são aqueles que acontecem com a pessoa mais próxima de nós, e dos quais saímos exaltados perante a possibilidade de a poder ter mais próxima de nós, ao jantar, outra vez.

… é sentir permanentemente que esta é a primeira vez

Publicado por Eufigénio Lagoa às 02:49 PM

maio 11, 2006

Olha,

Se vais deixar de fumar também eu deixo. Um compromisso mútuo tem sempre mais força.

(Curioso. Hesitei na categoria onde deveria associar este post. Ainda agora estou na dúvida se nas "bloguices", se nas "proximidades", se nas "irritadices".)

Publicado por Eufigénio Lagoa às 02:29 PM | Comentários (14)

maio 09, 2006

Coisa antiga

Por razões imperativas, este blog ver-se-á impedido de editar durante as próximas horas … dias? … semanas?

(olha JPT, sem pretender ser faccioso acho que ficaria bem uma atenção especial para com os admiradores dos idos ainda pré-blog. Senão esses, aqueloutros que pela tua “roupa velha”, agora dita “ao balcão da cantina”, iludidos por esse teu tanto, se viram eles próprios mergulhados nesta pública e desavergonhada geração da sua auto-biblioteca. Ia até sugerir uma edição para amigos, lombada de couro, assim oferecida ‘entre-wiskies’ – disso poderia tratar eu – tu depois ‘versejavas’, a gente discutia sobre o belenenses com o MB, mais além o Bill já a rondar as palavras, o Prudêncio a esfumaçar ideias prudentes de cigarilha cansada, o Vilão punha a malta em dia nas crónicas da sociedade lisboeta mais chegada e, lá mais para o fim talvez uma lerpazinha, só para avivar o ambiente, e acompanhada claro dos belos acepipes que o Ruivo certamente prepararia. Assim, num contexto mais materializado, é que o teu “balcão” ficaria com a dedicatória certa e uma mui digna lombada)

Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:20 AM

abril 11, 2006

Nuno Fonseca

A estepe nórdica

Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:04 AM

abril 10, 2006

Nuno Fonseca

Publicado por Eufigénio Lagoa às 10:30 AM

abril 08, 2006

Nuno Fonseca

Pssstttt  … favor não tocar aí na obra.  Se pretender algo pode sempre contactar o seu agente comercial para a blogosfera: eu!  

… que acumulo com a condição de irmão frustrado (maldosa injustiça, até na forma como reparte o aparelho circulatório pelos membros da uma mesma família - porque é que esta veia tinha de ir toda para ele? nem falo por mim, mas é que nós, só irmãos eramos seis caramba! )

Publicado por Eufigénio Lagoa às 01:03 AM

março 20, 2006

Porque ontem foi dia do pai

E porque cada vez me sinto mais pai, e mais filho, e nisso mais eu, aqui republico:

"O dedo mindinho arqueado, o mesmo movimento das mãos … ontem, num gesto distraído do Diogo, reencontrei-o. São cada vez mais as vezes em que o descubro nos miúdos. E é como se olhasse para as duas partes da minha vida – para o mundo onde fui filho e para esta nova vida que construo agora com os seus netos – e ver nuns o outro. Será isso ser homem, ser a parte que os une. E poder ser pai e filho, unindo estes dois mundos,  …  já é bastante para o que eu quero da minha vida."

Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:05 AM

dezembro 31, 2005

Post das 5h35mn da manhã

O borrego estava bom. A companhia excelente. O jantar acabou tarde.

E nem falámos de blogs!

Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:34 AM | Comentários (9)

dezembro 28, 2005

E segue mensagem privada (colhendo razões) enquanto a blogosfera vai estando desabitada

"The Camorra is to Naples what the Mafia is to Sicily."

Como vês Eufigénia, eu tinha razão: a mafia é na Sicília; do outro lado, no sul de Itália, na Reggia Calabria, acho que é mais a cosa nostra (ora aí está um sítio onde me apetecia ir jantar), mas em Nápoles é da camorra (cammora) que se trata.

Já sobre o macarroni não consegui tirar a limpo de onde é, mas vejo muitas referências ao “al dente” que quase juraria ser sítio perto de Turim. E o que é que tínhamos realmente apostado que eu já não me lembro?

Publicado por Eufigénio Lagoa às 01:01 PM | Comentários (5)

outubro 20, 2005

Para o Diogo (que hoje não tem escola)

Os outros meninos grandes da internet também podem ver se quiserem

É muito chato hoje não haver escola não é? Nem sequer deve dar muito jeito estar a brincar por aí, eu percebo. Mas olha, hoje depois de deixar o Francisco fui dar uma volta pelo hiperespaço (não sabes o que é? dicionário então) e tirei estas fotos para tu veres:

Clica aqui para veres estas fotografias

E aqui tens mais

Pronto está bem, estava a brincar! Estas foram tiradas quando fui de férias até ao infinito … ah ah ah

Ei, ainda não acabei! Agora vem a parte mais chata. Não te esqueças que me prometeste outra redacção hoje. E desta vez não vale contar que gostas muito de ir à ‘worten’ comigo. Não pode ser sobre “coisas electrónicas”. Tem de ser sobre alguma coisa que aconteceu ou que finjas que aconteceu, ok?

Dá um beijinho à mãe por mim

Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:10 PM | Comentários (7)

outubro 04, 2005

O nome pode ser difícil de pronunciar mas …

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… se até em mim resultou qualquer outro pode ainda ser “recuperável”

Publicado por Eufigénio Lagoa às 04:47 PM | Comentários (0)

agosto 12, 2005

Delírios náuticos ( ... 12)

Aiiii

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Publicado por Eufigénio Lagoa às 02:30 PM | Comentários (10)

agosto 04, 2005

Blogs e sensibilidade

JPT, (afinal) sempre há uma ‘mesa’ onde se trocam conversas. Lamento a perda que (afinal) sentes, e é talvez vampirismo, mas tenho de dizer que gosto muito quando escreves assim, essas coisas que se eu soubesse escrever como tu, certamente escreveria assim.

De uma mesa se ouve a conversa da outra? E ficaram vazias aquelas que escutavas? Não te levantes tu daquela que eu escuto.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 10:58 PM | Comentários (4)

julho 25, 2005

dores coisas que não enganam

- Oh Mãe, o gato mordeu-me!
- Pronto, deixa lá querido. Sabes, os gatos são falsos.
- Não mãe, este é verdadeiro mesmo. Olhe aqui não vê?!

Publicado por Eufigénio Lagoa às 10:50 AM | Comentários (1)

julho 09, 2005

A posta do Bill

(assim mesmo enxovalhada)

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Percebes e muito !

Publicado por Eufigénio Lagoa às 02:57 AM | Comentários (8)

junho 18, 2005

Um arraial é assim mesmo pois claro

- Já combinámos tudo. Eu vou ter de fazer um bolo e um doce para levar e vou ajudar na parte da comida com mais duas mães. Ah, e o Francisco vai vender bolos com os amigos para juntarem dinheiro para a ida aos Açores.
- Ai é? Então e eu?
- Tu? Tu o quê?
- Eu. O que vou fazer?
- Tu? Tu nada. Tu vais connosco.

Já me tinha esquecido do encanto dos arraiais. Os homens são público, pois claro. Afinal alguém vai ter de comprar rifas.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 01:30 PM | Comentários (10)

junho 16, 2005

Esta noite nasceu uma Flor !!!

Nem tudo em nós é egoísta. Saber que alguém está neste momento a sentir a maior felicidade do mundo, quase revivê-la nele, também pode trazer-nos uma enorme alegria.

Que sejas bem vinda Flor, que nós prometemos que entretanto arrumamos esta trapalhada toda, tu vais ver.

[A outra parte boa é que acabou esta missão de sobresselente de apuros, que já nem dormia bem com medo que o telefone tocasse e eu não ouvisse. A menos boa é que cada vez há menos gajos para jogar bilhar (Bill, tu aguenta-te assim pá)]

Vá e agora manda lá daí a charutada oh Prudêncio!

Publicado por Eufigénio Lagoa às 09:45 AM | Comentários (1)

junho 14, 2005

A dar seguimento a reparo familiar sobre o fim-de-semana

“E ainda não falaste da tua bela obra de arte. Ele é toldos, ele é luzes, ele é rodapés … Ah grande Zé da Mexilhoeira (*) ”

Que por modéstia aqui tinha esquecido. Enfim, com tanto de filhos e tanto de jeito sou obviamente um homem de sorte.

(*) Zé – diminutivo de Eufizénio carinhosamente utilizado no meu círculo familiar

Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:24 PM | Comentários (6)

maio 13, 2005

É aqui?

Camarote?
E no fim até oferecem uns palitos para tirar as penas da boca?

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Oh Bill, oh Bill, não sei como o conseguiste,
mas aceita esta g’anda beijoca na testa pá !!!!

Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:00 AM | Comentários (29)

maio 10, 2005

Amigo Zézé

Há coisas que um tipo deve dizer logo quando as sente. Assim sigo. Gosto cada vez mais do teu diário blog. Matam-se lá saudades pá. Que isso do íntimo, pessoal ou privado já não sei, mas sei que se pode ser ter também um “eu” não só pelo que se escreve, mas também pelo como se escreve. E nisso, está-se lá bem a beber bejecas - quase te vejo o mau-feitio as barbas.

E pronto, era tudo (desculpa as rasuras, coisas do texto corrido).
Daqui saudades do pessoal todo.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:23 PM | Comentários (6)

maio 09, 2005

As Férias

São para se estar longe do mundo,
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ou talvez para o tentar ler através deles.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:37 PM | Comentários (6)

E vós, quem dizeis que eu sou/escrevo ?

Quem está por trás do que se escreve? Será que gostamos de quem escreve como gostamos do que escreve? Será o que escreve - não importa agora a forma, o conteúdo ou o estilo, ou a intimidade com que o faz - e quem escreve, a mesma pessoa? Ou há aqui o eterno mito do escritor?

Juntemos-lhe uma imagem, um gesto, a expressão, tornemo-lo diferente, mais real. E agora ainda é a mesma pessoa? Ou já só é quem parece? Ou será partes dos dois? E se assim é, qual domina a outra, em nós? A dos sentidos? A dos sentires? As duas? Mas como se reúnem em nós essas duas partes da mesma pessoa?

Quando conhecemos alguém, na realidade, e depois lhe conhecemos o que escreve, juntamos-lhe mais dele, fica ali, a fazê-lo mais preciso, diferente sem dúvida, mas ele lá, aquele que sempre conhecemos, mesmo que eventualmente isso nos possa fazer sentir surpresos com o que agora conhecemos dele.

E ao contrário, e quando conhecemos alguém pelo que escreve, antes de a ele mesmo? Não iremos aqui sentir-nos mais surpreendidos? Ou será que essa sequência do conhecimento irá abreviar-se, quase desonestamente, para de repente nos sentirmos próximo de alguém que ali vemos pela primeira vez? Não? E se, (admitamos que sim), no meio de uma conversa, talvez logo a primeira, ficarmos com a sensação que conhecemos essa pessoa há imenso tempo, ou melhor, como se fosse há imenso tempo?

É normal que conheçamos as pessoas pelo que são, o que parecem que são, e aos poucos lhes vamos descortinando o que têm dentro de si. Caminhamos nesse conhecimento de fora para dentro, vagarosamente. Por isso, poder um dia lê-las, pode ser a oportunidade de conhecermos recônditos delas a que nunca chegáramos, o que pode tornar-se um processo súbito de (aprofundamento do) conhecimento que temos dela, e isso pode surpreender-nos.

No caso oposto, quando conhecemos alguém depois de o resgatarmos das palavras que escreve, estaremos a caminhar de dentro (de si) para fora, como se de repente nos dessem um presente que já sabíamos qual era, e apenas, (talvez) tivéssemos alguma curiosidade em saber de que cor seria.

Quererá isso dizer que conhecer alguém pelo que lhe lemos é partir de um conhecimento mais próximo (mais perscrutador) da sua verdadeira natureza, do que ver-lhe os gestos, as mãos, a fisionomia, a espontaneidade com que se revela ao conversar? E se assim é, há intimidade nisto, aquela que apenas concedemos a quem conhecemos?

Que confusão, eu sei. São apenas esboços de fim-de-semana. Pode ser que um dia me sinta menos esclarecido e assim os possa retocar melhor.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 01:41 AM | Comentários (28)

maio 05, 2005

Que saudades caramba

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Publicado por Eufigénio Lagoa às 01:05 PM | Comentários (11)

abril 29, 2005

A antecipar o fim de semana

Um …

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Dois…
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Ouviste ‘Prudêncio’?

Um…

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Dois…
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Aquilo com calma, que a bricolagem é uma arte que se deve saber usar com moderação e alternância.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 09:59 AM | Comentários (17)

abril 16, 2005

Já na ressaca pós-desportiva de sábado

E lá houve, almoço jogo. Depois de tanto arrastar pelo campo chegou o apetecido: Lá abancámos na feijoada do próprio Sport Lisboa e Olivais – e aqui apenas dizer a propósito que não é todos os dias que um tipo tem o prazer de perder por 10 a 3 com o honorável Presidente deste clube a defender as redes da sua baliza, e que com tanto empenho e coragem aniquilou (felinamente diga-se) evidentes lances de golo (que os 10 lá dentro eram absolutamente indefensáveis) – e desde já a agradecer.

Íamos portanto no almoço, a rever amizades de há 20/30 anos e a pôr o que se deve em dia, as saudades e a curiosidade. Naturalmente, vieram à conversa episódios de infância ( por falar nisso, o “muro” a que te referias lá …). Depois, a saber como cada um estava, e eu a vangloriar-me da sensação de repouso que ainda consigo manter das férias recentes (ah pois, eu li as tuas postadelas a partir do Algarve). Claro que interpusemos as conversas acidentais do dia-a-dia, como aquela sobre as estradas, e dos gajos que são verdadeiros papa-quilómetros (a propósito, aquela coisa de postares no carro, tu fazes isso a andar? Ah bom), e a partilhar os miúdos, eu a querer saber como vai tudo (eu cá nem pergunto, já vi que os gajos estão porreiros pá). Falámos de tudo, do papa, dos acidentes de bricolagem (aquela cena do estore está porreira. Comigo acontece-me sempre exactamente o mesmo). Até dos animais falámos (tu que não podias com gatos, agora logo 2 ein? ). Enfim, foi um belo jogo, com poucas correrias e bem regado, como convém e se recomenda.

Depois as despedidas, e a estranha sensação de que apenas eu tinha matado saudades. E esta impressão de que alguém ‘ali’ tinha estado antes de mim. Ai Eufigénio, eu que o saiba!

Publicado por Eufigénio Lagoa às 07:52 PM | Comentários (3)

abril 08, 2005

Que belo café acabei de tomar

Este homem escreve delícias !!

Obrigado Zézé, pelo cafézinho

Publicado por Eufigénio Lagoa às 09:40 AM | Comentários (5)

março 29, 2005

Remexendo baús em férias (1)

Monchique, 2 de Julho de 1942

Snrª D. Maria

Acuzando a recepção da sua considerada carta, notada, ditada, e escrita por mão de alta categoria, e [ininteligível] de magistrada educação, sou a dizer a Vx.ª que a paixão de pai é imortal. Sobre os assuntos que Vx.ª me esclarecesse; pois eu vivo muito tranquilo nas passagens do meu trabalho, e quando entrego uma filha das minhas às ordens de um respeitabilidade e Snr.es de alta magistração, descanço e julgo que essa pessoa esteja tambem guardada como em casa dos seus paes. Portanto Vx.ª tem que desculpar, a existência dessas inocências que não á quem dê conta dessas infelicidades, os castigos os ensinos, o tempo é que ade levar essas creaturas à ora do pensamento, da moral, do respeito e da incorrigível passagem dos tempos da vaidade.

Mais digo a Vx.ª que estava tão contente da minha filha permanecer às vossas ordens que não calculava; para tão depressa me aparecer tamanho desgosto. Tenho a certeza porem que Vx.ª não acuza essa passagem se não tivesse alguns motivos. Mais pedia a Vx.ª de que não me esconda mais algum preconceito sobre essa creatura, quanto lhe agradeço informar melhor, de mais qualquer passagem dessa menina.

Agora permita-me a fraze: Essa Snrª Beatriz que eu deposito a máxima confiança nela é que também poderia dizer qualquer coisa: porque quando ela abalou daqui, alem das consideradas informas que tinha de Vx.ª mais satisfeito estava por ela ir para junto duma creatura a quem eu devo algumas atenções de respeito. É ela quem deve esplicar a Vx.ª se isto é verdade ou não é, porque Vx.ª não me conhece. Mas de nada me valeram os meus empenhos: porque eu não tenho sorte, espero que Vx.ª leia atentamente a minha carta e depois me responda quando Vx.ª entender, e junto à vossa esplicação moral venham algumas palavras de Beatriz.

Vou terminar agradecendo com a cadencia paternal, que espero não ofender as moralidades de Vx.ª.

Ao seu dispor
espero resposta

(assinatura ininteligível)

[Reflexão do transdutor: O que terá a pobre da moça feito?!

Publicado por Eufigénio Lagoa às 09:16 AM | Comentários (9)

março 04, 2005

Destinos

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produzido aqui,
sítio descoberto nas Azenhas do Mar

Hoje passei acidentalmente lá pelo nosso muro. Embaracei-me tanto quando recordei ter entendido naquela altura ali palavras de admiração. De ter até ousado sentir nelas um irreprimível traço de cobiça, de alguém que queria poder trocar de sortes. Estava tão longe de perceber que se escrevia ali a resignação de um jovem que pela primeira vez tem a visão fugaz de dois destinos, tão prematuramente determinados, tão inevitavelmente divergentes.

Continuam lá indeléveis as letras que usaste. Como se escritas por um homem - um miúdo ainda - que olha do barco para o sobrevivente, que o vê partir sem desdém, e com o orgulho de quem conformado acatou o lugar do náufrago. Onde andas tu M.? Desculpa, eu não sabia que estavas a falar de ti. Estava demasiado ufano a apreciar-me assim elogiado. E ainda nem sabia, nessa altura, que o mundo já estava dividido em dois.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:20 PM

março 02, 2005

Regresso ao antes de mim

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Hoje queria estar ali, - neste seu mundo pintado aos 14 anos - a brincar à beira d’água na tranquila baía que já imaginara muito antes de nós nascermos. Depois ao fim do dia regressaria por esse caminho que por lá deixou pintado, para nós partirmos para além do quadro, para além das suas cores.

Hoje gostaria de me deitar por umas horas no veludo da sua imaginação, tecido antes de mim, ali a matizar a serenidade com que fui criado. Depois, ao fim do dia, voltaria, para mim, para mais ‘eu’. (Certamente ainda a tempo para lhe dar um beijo antes do jantar)

Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:13 AM

fevereiro 25, 2005

E já agora para ti ...

Muitos Parabéns!!!

Uma bela idade ...
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... para uma bela mulher.

(bem, a continuar assim vão acabar por me faltar hoje mais 3 irmãos posts)

Publicado por Eufigénio Lagoa às 01:16 PM | Comentários (4)

Para ti ... o que ainda não te tinha dito

Um dia parar, saber parar. Ter a coragem de não seguir por aí. Vender cada peça do nosso mobiliário, uma por uma, até já não sobrar o copo, o quadro, o tapete, e todos os pechisbeques do passado, nada. Ficarmos só nós, o mundo, e aquilo que queremos ter dele. É absolutamente importante não termos mais que isto para um dia escolher, poder escolher. Determinar que não é tarde, que nunca é tarde para nada, que nunca será tarde para vivermos como queremos. E afrontar-nos, sem piedade, mas sem pressas, sem alaridos, sem ligar à estranheza que possa causar ver-nos despir do que foi, do que fomos. Depois partir apenas, partir indómito para onde queremos e porque queremos. E se quisermos, viver cá e lá, quando por cá quisermos estar, quando por lá precisarmos de repousar. Porque não decidir assim é decidir, ousadamente. E ter a bravura de saber um dia parar assim. E desenhar de novo a vida. Com novas tintas. Com outros copos, outros quadros, outros tapetes. Com novas vontades.

Um dia ter essa coragem. Ou não a ter, não precisar de a ter. Mas poder saber que tu a tens.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:23 PM | Comentários (8)

fevereiro 10, 2005

Porra Zé !!!

"Um blog é uma ilusão. A ilusão de ser lido.
E de isso ter alguma importância.
É uma bela ilusão."

Maschamba, Julho de 2004


Uma ilusão que cicia estórias assim (),
que arma um corajoso desassossego (),
que mascara saudades do que contradiz,
que sacia as memórias que partilho,
que me arrasta no escrever (),
não acaba AQUI.
Apenas deixa de ser tão premente, como lhe condiz aliás.

Porra Zé, mais do que o deleite de te ler, era coisa que te trazia para mais perto, e a mim mais longe, e que bela ilusão essa.

E vê se tratas bem desse teu outro “blogue”

Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:16 PM | Comentários (15)

janeiro 12, 2005

Quarto de hotel (3)

Maninha brasileira, hoje tentei mandar saudades. Saíram-me lamechices adolescentes. Sei que ficarias toda vaidosa mas, e eu, o meu pejo literário? … olha, talvez amanhã, já que por essa altura espero voltar a ser eu.

Publicado por Eufigénio Lagoa às 01:05 PM | Comentários (3)

dezembro 20, 2004

Todos o são, mas este ...

Saberão, (porque acho que isso é indisfarçável em mim), que tenho gostado muito de ter este blog. Tem-me ajudado a “ler-me”. Pela força da caneta, mas também pelos comentários que por aqui têm a amabilidade de deixar e que tão bem o prolongam. Espero por isso que não se sintam despeitados, mas tenho de o dizer: hoje recebi o comentário mais bonito deste blog. Veio por mail, mas veio com tudo.
Beijos AT

Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:58 PM | Comentários (1)

novembro 10, 2004

Só por hoje

A última vez que ouvi falar deste texto, ele estava pendurado no espelho da casa de banho de um homem que travava uma luta solitária consigo mesmo, dia após dia, hora após hora, minuto após minuto. Homem enorme, digo-o eu por entre as miúdas contrariedades da vida. E disse-lho também. Agora gostava de estender aqui a minha admiração a todos aqueles que todos os dias se levantam para guerrearem o “bicho”. E esses sabem bem este texto de cor.

" 1- Só por hoje, vou procurar viver unicamente o dia presente, sem tentar resolver de uma vez só todos os problemas da minha vida. Durante 12 horas posso fazer qualquer coisa que me assustaria se eu pensasse que tinha de a fazer por uma vida inteira.

2- Só por hoje vou estar feliz. A maior parte das pessoas é tão feliz quanto se dispõe a sê-lo.

3- Só por hoje, vou tentar ajustar-me à realidade e não tentar adaptar tudo aos meus próprios desejos. Vou aceitar a minha sorte como ela vier e vou moldar-me a ela.

4- Só por hoje, vou tentar fortalecer o meu espírito. Estudarei e vou aprender alguma coisa útil. Não vou manter o meu espírito ocioso. Vou ler alguma coisa que exija esforço, pensamento e concentração.

5- Só por hoje, vou exercitar a minha alma de três maneiras: vou fazer um favor a alguém sem que se note e, se alguém se aperceber disso, esse facto não conta; vou fazer pelo menos duas coisas que não me apetece só por exercício; não vou mostrar a ninguém os meus sentimentos de dor, poderei estar magoado mas não revelarei a minha dor.

6- Só por hoje, vou ser agradável. Vou apresentar-me aos outros da melhor maneira possível: vou vestir-me bem, falar baixo, agir delicadamente, não farei críticas, não vou ter nada de negativo que dizer aos outros, não vou tentar melhorar nem controlar ninguém, excepto a mim próprio.

7- Só por hoje, vou ter um programa. Pode ser que eu não o siga a rigor, mas vou tentar. Vou evitar duas pragas: a pressa e a indecisão.

8- Só por hoje, vou ter uma meia hora tranquila só para mim e descansar. Durante essa meia hora, em determinado momento, vou procurar ter uma melhor perspectiva da minha vida.

9- Só por hoje não vou ter medo. Muito em especial não vou ter medo de apreciar a beleza e de acreditar que aquilo que eu der ao mundo, o mundo me devolverá.

Concedei-me Senhor serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar aquelas que posso, e sabedoria para distinguir umas das outras."

Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:19 AM | Comentários (11)

outubro 13, 2004

São grandes as saudades dele ...

- Mas se não precisa dos óculos para comer,
porque insiste em trazê-los para jantar?

- Precisar não preciso de facto,
mas é que a comida fica mais bonita!

Publicado por Eufigénio Lagoa às 06:14 PM | Comentários (2)