agosto 09, 2007
psttt
e achas que lá o pessoal, se der por nós, nos irá obrigar a pagar uma nova anuidade? só por dois postitos deste tamanho?
Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:13 AM | Comentários (1) | TrackBack
e claro que os comentários continuam sem funcionar
Os meus comentos aqui nem sequer abrem, e os teus estão lá com ar todo sorridente mas quando vamos fazer publish vai tudo com os porcos. Olha, vai por aqui a resposta...
Não faço a minima ideia se a coisa se apaga ou não! hoje passei num blog que justificava assim um post desgarrado para que não lhe fechassem o blog, e como não custa nada e um gajo até já faz isto com uma mão atrás das costas, olha, pimba. (e já me rio só de pensar que a esta hora deve haver já por aí um ror de gente a empurrar as portas enferrujadas dos velhos blogs e a tirar as teias de aranha dos posts só para não deixarem que lhes levem a mobília toda. ahahah)
Mas olha que se estava mesmo bem nesse teu 100nada ainda agora. Sabes, eu nunca o quis confessar mas gosto mais deste nosso velho quarteirão do que aqueles bairros todos pomposos para onde me mudei. Tu ainda foste para a baixa, agora eu, naquele condomínio fechado de novos ricos em que um gajo nem pode mudar a cor das paredes, bahhh
Olha, e termino só para dizer que aqui se recebeu-se o teu post em boas condições, e que gostei muito de emitir daqui para aí, assim coisa a fazer lembrar já as velhas galenas
Beijos, volto para o pé dos patos bravos. ai, queria dizer, para o pé dos meus novos colegas de blog.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:05 AM | Comentários (5) | TrackBack
novembro 29, 2006
da vanglória, ainda que defunta
Bem sei que isto está encerrado mas, nenhum empertigado autor de blogue (no activo ou não) poderia impedir este estertor da sua própria natureza vaidosa. Há efemérides que não podem passar ao lado. Para quem expõe aos outros a sua escrita, o exercício da quantificação dos leitores que já se debruçaram sobre as suas palavras é uma deliciosa carícia que, ainda que falsamente negada, nunca poderá ser deixada incógnita ao ego carente.
E este
é um n.º redondo como qualquer outro, mas é enorme.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:33 PM | Comentários (0)
setembro 18, 2006
o ultimo post para reprodução do ultimo comentário deste blog
"Seja como for, vou deixá-los aqui, aos textos. Não me apetece levá-los comigo, tipo armazem de palavras (...) Entretanto espero que o weblog, quem dele trata agora, conceda que este espaço assim fique, apenas visitável. É (já só) o minimo que espero."
Publicado por Eufigénio Lagoa às 04:54 AM
setembro 15, 2006
Quem me ajuda a trasladar as ossadas por favor
Este blog acaba aqui.
E eu confesso-me aborrecido por não poder ter ficado pela pompa daquelas 4 palavras. É bonito aquilo do “este blog acaba aqui” - tem um ar rijo e marcial, como quem procura esconder com coragem a dor de anunciar a sua partida. Eu gosto, e sempre o tive guardado para este momento - se bem que seja a forma mais recorrente na blogosfera para anunciar o fim de um blog, mas nestas alturas as frases escolhem-se mais como quem escolhe se “o caixão vai ser em pinho ou em carvalho”. Mas se ainda balbucio alguma coisa agora, estragando e estalando a solenidade do tal (este) momento, em vez de simplesmente apagar a luz e fechar a porta, é pelas razões que a seguir explico.
Para se ter um blog é preciso que aconteçam duas condições: que o blog funcione, e que se tenha algo para escrever. Acontece que nenhuma delas se verifica presentemente. Quanto ao que escrevo, do impulso que me falta, que me tem faltado, dou-me bem com isso - assim ausente nem sinto a falta dele, e depois um dia voltará, e então hei-de precisar de um espaço para o escrever, um canto de uma folha ou um bocado de html, o que for - são já muitos anos neste ciclo que se interrompe permanentemente, e é assim que existe a minha necessidade de escrever, essa que nem me importa sequer compreender mas tão somente frui-la. Agora quanto à plataforma onde guardo este blog, já passei todos os limites da minha tolerância; pagar por um blog onde tudo funciona mal e empasteladamente não é algo que pretenda continuar a fazer. Aliás, nem de graça. Portanto, do escrever hei-de voltar, deste blog parto já.
Já ainda não… que chatice, esqueci-me mais uma vez das ossadas. Aliás é esta mesma a razão porque aqui me estendo com os tropeções contradizentes do costume. Tenho um problema técnico, e é aqui que preciso da vossa ajuda, em particular dos que são meus colegas na blogosfera e que disto certamente perceberão mais que eu. Tudo o que aqui deixei - e são mais de 1000 textos - nunca foi salvo. E se é verdade que nalguns casos tenho versões primitivas dos textos que escrevi, na maior parte dos casos isso não se verifica dado que os escrevi directamente em cima da plataforma e depois já na sua versão publica e editada, ainda aí os fui corrigindo e melhorando, como agora mesmo acabei de fazer (alguns leitores terão certamente reparado nisso e muitas vezes dei comigo a matutar que achariam nisso uma falta de ética; certo é que isto para mim foi acima de tudo um caderno de apontamentos onde as coisas que se escreviam ficavam com um ar mais bonito e arrumadinho).
Mas gostaria de os guardar, aos textos que aqui deixei, até porque penso que alguns deles serão um dia apreciados pelos meus filhos, para os quais e sobre os quais aqui fui deixando pedaços da nossa vida, vista por mim, o que no futuro provavelmente lhes trará algum contento de ler. Outros pouco me importam, são mais coisas minhas, ímpetos que logo ali se esgotaram, e essas bem podem ficar por aqui soterradas.
Mas vamos então à identificação do problema que suscita tantas palavras quando eu deveria estar a obituar-me silenciosamente: Não sei fazer backups deste blog; sei que há uma solução para isso, um botão de ‘Import/Export’ parece, que até já experimentei, mas daí obtenho um ficheiro txt muito pouco simpático e nada compatível com as definições e formatações originais. Haverá alguma outra forma alternativa, ou algum tratamento posterior sobre o ficheiro de texto, que volte a deixar aquilo com aspecto menos cifrado e mais próximo de parecer um texto?
Fico antecipadamente grato pelas vossas dicas nos comentários ou por mail.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 01:09 PM | Comentários (17)
setembro 12, 2006
Até já ia lá ao fundo, mas ainda assim voltei atrás
... só para deixar a porta entre-aberta. Pois, que de momento não faz nenhum sentido que aqui não exista a tal da caixa de comentários. Este blog é todo vosso (mas spam é que não, isso tenham lá paciência ó viagras)Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:27 PM | Comentários (5)
setembro 07, 2006
Disso das salsichas, cada um que trate da sua
[ Favor não ligar. Eu não tenho aqui comentários e o destinatário desta pequena missiva também os tirou, por isso faz de conta que isto é uma conversa de natureza privada, devendo como tal ser ignorada pelos desprevenidos visitantes que deverão tomar em consideração a asserção (lindo! asserção) publicada antes deste
postepilarete.]
Há dois o quê? Olha lá, se te queres também finar então trata de arranjar uma salsicha só para ti, ai o … (lá dizia o Joaquim Pessoa)
E pronto, com esses abusos já estragaste a solenidade do meu desaparecimento. Assim como vou eu acreditar que de facto já não existo?
Publicado por Eufigénio Lagoa às 02:59 PM
agosto 16, 2006
… Folga, folga !!! Oh Manel, então tu não vês que essa manilha está mal armada?! Caramba, que nos ia caindo a Península toda só por causa dessas desatenções. Mais cuidado que o pessoal quando vier de férias ainda quer ter casa! E atenção aí a esse esticador sobre Monsanto, isso não está com tensão a mais? Não me ponham o raio do monte ainda mais bicudo do que ele já é! Atenção, atenção, aiii …
Gozai descansados essas vossas férias. Por aqui tudo controlado.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:36 AM
Voltando os sinais da rotina,
se bem que desta ainda eu não tenha chegado a partir
Chove agora em Lisboa, e o Artur até já abriu a tasca onde costumo fazer as pausas do café. O tempo e os hábitos, simpaticamente, começam a parecer de novo mais familiares. O pior, portanto, já terá passado, e afinal, aparte a óbvia impressão de solidão, nem foi assim tão mau ficar a esticar cordas(*) em Agosto.
(*) esticar cordas – gíria que designa um conjunto de operações elementares que são executadas repetitivamente, visando manter em permanente estado de tensão e afinação um emaranhado de cabos, assim sustidos através de um sistema complexo de roldanas, molinetes e mordedores; Por acção deste cordame é assegurado o chamado impulso de rodopio – desta forma referido pela sua similitude com a acção da guita sobre um pião quando este é lançado - e que visa manter de forma estável e continuada o movimento rotacional do planeta; Esta operação de manutenção é normalmente executada por um número incrivelmente reduzido de pessoas, que assim, olimpicamente, asseguram o bom estado deste paradeiro da humanidade, enquanto a restante população do planeta parte de férias, normalmente em Agosto; Deve ainda dizer-se que, em reconhecimento por tão estóica acção a que esta pequena parte da população se oferece, estes heróis - a que este vosso humilde narrador tem a honra e o orgulho de, (até com algumas responsabilidades maiores na cablagem), modestamente, pertencer - costumam ser carinhosamente chamados de Otários.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 10:46 AM
agosto 09, 2006
Esta é uma retractação pública, risível, mas sincera
Considerando que o uso da peúga branca é um direito que assiste a todos, e que denegrir ou escarnecer por alguma forma quem opta por essa tão, hummm, conspícua forma de calçar, por mais que esta possa parecer ridícula, por mais hilariantes momentos que essa visão nos possa propiciar, e por mais justificáveis que sejam os estados de irritabilidade que nos levam a transportar tais situações para o cómico do domínio público, nada pode despenalizar ou mesmo aligeirar a forma ‘escarnosa’ e acintosa como foi aqui a mesma referenciada, atitude aliás que muitas vezes e de forma assaz enérgica, tem aqui sido condenada e combatida quando observada em outros paralelos da blogosfera. Até porque - e agora sobre o busílis da questão - o termo “esposa”, podendo ainda assim ser classificado com algum paralelismo, revela contudo uma maior delicadeza e aplicabilidade social que a expressão “a minha patroa”, essa sim, verdadeiramente aborígene. Mas o que importa é que cada um chamará portanto a sua … como muito bem entender, e sugira esse tratamento um grau de possessão, uma insinuação de submissão ou simplesmente um chamamento piroso, o mesmo não compete a este espaço público (epá, fico todo inchado ao dizer estas coisas) aquilatar, nem tão-pouco arriscar a zombaria sobre o mesmo. Por estas explicitadas razões vem então o corpo editorial deste espaço (e éramos tantos que alguns até tiveram de ficar lá fora, na parte de trás do blog, ao pé dos bidons de html’s velhos), assim como a família mais chegada (que só não está aqui comigo porque foram a banhos pró Algarve, mas mandaram dizer que também eles estão muito afligidos com toda a situação ou lá o que é), lamentar o sucedido e manifestar o seu sincero arrependimento e profunda consternação com o provável impacto que as jocosas observações proferidas sobre as peúgas possam ter nas relações matrimoniais dos portugueses.
Apesar da irreversibilidade desta acção, reconhecendo-se que nada trará a remissão de tão lamentável lapso, mas ainda assim, e numa decisão inédita nos últimos meses, decidiu o corpo redactorial (lá está, aquela malta toda lá atrás a fumar uma cigarrada, (?) pelo menos parece, ao pé dos bidons dos fundos) disponibilizar aqui a sua caixa de reclamações comentários para assim se sujeitar ao apedrejamento com vitupérios e outro tipo de arremessos linguísticos que o estimado leitor, em particular o de peúga branca, entender. (Catarina, eu estou a fiar-me em ti, tu vê lá mas é se afinal aqui os comentos funcionam! Isso é que era uma granda bronca pá)
(e agora vou ver se preparo aquele post enorme para aqui pôr a seguir ao almoço e empurrar esta mania de armar ao Egas Moniz lá para baixo)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:19 AM | Comentários (16)
agosto 08, 2006
Isto é que é uma chatice ein. Nunca mais volto a tentar o humor negro
Mic, mic to all: Segue desmentido público - Era tanga pá! Insisto, era tudo tanga! Allô, allô, repito, eu nunca quis suicidar-me!
(Até porque, como diz o meu irmão: a vida são só dois dias, por isso nem vale a pena.)
Pese embora já o tenha esclarecido anteriormente, mas face às condoídas e atormentadas manifestações de carinho que continuam incessantemente a chegar, e pelo apreço que estas me merecem e que muito sensibilizadamente tenho recebido, e sobretudo por isso, é curial que não infunda falsas informações sobre os destinos pretendidos pelo homem por trás do Eufigénio. Por isso aqui afirmo, de forma veemente, na plena posse das minhas capacidades, e com a pujança física que os médicos, as entorses, os quistos, os enfizemas e demais maleitas ainda me deixaram ficar, repito, aqui afirmo, que não é nem nunca foi minha intenção por termo à minha existência carnal (a espiritual, essa já tem longevidade assegurada através deste blog, e só não arrisco falar da suprema eternidade porque receio, pelo andar da carruagem, que a plataforma weblog não se aguente até lá). E mais declaro, para maior sossego de todos, que em meu redor as únicas armas de aspecto mais letal que vislumbro são as duas canadianas que agora me acompanham para todo o lado mas que não constituem perigo, uma vez que se o pretendesse (atenção, eu disse se, eu disse se) nunca escolheria suicidar-me à bengalada, por se tratar de uma forma demorada, desgastante e dolorosa de o fazer.
Posto isto, e sobretudo àqueles que se sentiram ultrajados pela mentira que aqui fiz passar no blog, quero apresentar as minhas sinceras e arrependidas desculpas, dizendo ainda o seguinte: por favor, acreditem apenas no que o v. bom senso vos sugerir, e lembrem-se, aqui, onde me escrevo, vale tudo, e tudo vale o que vale. Mas aprendi a lição: afinal num blog pode-se falar sobre quase tudo, sendo que este quase faz toda a diferença. Do quase deve ser intuído como excepção o suicídio, mesmo que este assente numa tétrica experiência literária. Desse não se deve falar, e sobretudo se for o nosso. [Ah e também não se deve falar do problema da falsa réplica que ainda afronta o Pacheco Pereira e o seu Abrupto. Parece que com isso (porque dizem, é política) também não se pode brincar]. No resto, já se sabe, vale (quase) tudo.
(Uffffff, onde eu me fui meter)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:01 PM
Neurótico e mal-criado
Já teve melhores dias este blog
Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:12 AM
agosto 07, 2006
O cheiro da desgraça
É curioso. Um tipo inventa as mais diversas tolices que depois aqui edita. Reacção natural, amena, aparentemente sem se importar com os aspectos da credibilidade. Depois, numa outra variante, debita quase todas as dimensões e cores das suas emoções, e ao longo de vários meses destapa os mais diversos pormenores da sua intimidade, assim se deixando espalhar, às suas entranhas, pelos sete ventos da blogosfera. Recolhe apenas alguns comentários, mais até sobre a forma, a estética, que sobre o conteúdo, e vai anotando que também aqui o juízo sobre a veracidade do que escreve continua a não relevar nas diversas apreciações. Um dia, hoje, subitamente, num momento de fantasia mais idiota, revela então que se vai suicidar ao fim da tarde, pese embora ainda sem hora marcada. Os comentários estão inibidos mas apesar disso as ‘vozes saltam a cerca’, e quase de imediato, chovem mails (*) profundamente consternados, outros, repletos de humanidade, lançando apelos, e coragem incitam quase todos, solidários.
O tétrico, pois.
(*) esta parte dos mails é inventada também. Na verdade não recebi nenhum mail, mas faz parte da fantasia julgar que sim. Fazei o favor portanto de acreditar nisso também para que este post, mesmo que baseado numa verdade inventada, possa ter algum fundamento
Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:55 PM
Dúvida ontológica
Pode-se falar aqui destas coisas de suicídios e tal, não se pode?
Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:10 PM
agosto 03, 2006
"A renúncia é a libertação. Não querer é poder" F.P.
Ah ganda Bill! Bem vindo ao clube dos TA. São só os primeiros 4 (dias, meses, anos) que são os mais difíceis, depois a coisa alivia e só pensas nisso de 10 em 10 minutos, e às vezes até por períodos de tempo ainda mais alongados.
Tu no quarto dia sem fumar e eu no primeiro dia com canadianas, e o mundo será nosso! Que a força esteja contigo.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 04:24 PM
agosto 01, 2006
Em compensação
Há tipos que me põem a rir desbragadamente em cada linha que leio escrita por eles. Não só pelo que escrevem, mas pela forma como põem a ridículo o sisudismo, a soberba, aquela coisa da superioridade intelectual que habita no lado mais poeirento desta blogosfera. Isto sim é blogar. É que eu também gosto muito de cinema mas levar com Ingmares Bergmanes todos os dias, Deus me livre. Viva a blogosfera dos tiros em carros às cambalhotas, dos cowboys, dos filmes pornográficos, dos monty-phytons, e dessas coisas assim com que tanto se exalta este meu espírito simples e plebeu … que se para autor já pouco dou, pelo menos como leitor disto, por cá me vou assim deixando ficar.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 08:44 PM
julho 26, 2006
Uffff (as plantas já estão regadas e os peixes com comida)
Um post sobre mergulhos e vaidades (1), e um outro sobre as costumeiras mas inatacáveis trapalhices do Diogo e os nossos momentos de ócio (2), depois um outro sobre literatura e aqui a arriscar-me em terrenos que não são os próprios deste blog (3), e por ultimo a opinar sobre isto de blogo-escrever e as ansiedades que atravessa um dos seus ícones(4), e agora até este, a sumariar. Bem sei que a nenhum dispensei a atenção suficiente para poder ser agradavelmente 'audível', mas ainda assim, face a tanta variedade, acho que deve chegar para nova pausa. A ver se para mais uma semana.
(1) realmente, quem é o gajo que não teve já aquele sonho de ser o maior da praia a mergulhar e a sair da água com o novo record do mundo perante a admiração e júbilo de todos os veraneantes que, claro, com excepção dos familiares a quem fica sempre bem impressionar, no resto são esculturais mulheres fascinadas com o feito?
(2) Ainda não percebi se há realmente nele um problema de audição, mas o que é certo é que as confusões de fonética, nele, fazem sempre todo o sentido. Se este miúdo um dia escrever, acho que irá ser bem no género do Luandino
(3) Mas a citação, isso do “Ele conhece os factos, o que ele não conhece é esta versão dos factos” que é afinal a razão de tudo, dos conflitos e dos pactos, da admiração e do horror, do admirável antagonismo humano
(4) Sobre isto é melhor não falar mais, não vá ser envolvido em alguma acusação pública sobre blogs fantasmas e tal
Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:52 PM
julho 10, 2006
Et voilá: a prova

E pronto. E não vale a pena denegrir a minha capacidade de observação dizendo que aquilo ali é um pequeno defeito de imagem, porque eu posso garantir que durante todo o tempo que durou a cena da expulsão aquela mosca esteve pousada na careca dele.
E porque é isso assim tão relevante, perguntarão? Ora suponham que estão a ver a final e que (pelo menos em termos futebolísticos) ‘gostam’ tanto dos franceses como eu, e de repente ali, aquela coisinha preta, olha lá aquilo não é uma mosca que ele tem na cabeça? uma mosca? mas tu estás parvo? mas olha que é. e é mesmo. já visto isto de um gajo ter todo o mundo a olhar para ele e ter uma mosca a pastar na cabeça. e não vês que ela nem se mexe. pois não. e até irrita então ele nem a enxota dali. tal os nervos, até o arbitro deve estar com vontade de a tirar. será que ela é a primeira? a mais destemida? ela quem, a mosca? a primeira do quê? a primeira de muitas. mas a primeira de muitas moscas para quê? para ele se encher de moscas, ao vivo e em directo e para todo o mundo … ahahah
Ok, admito que possa ser um momento de humor falhado, mas na altura pareceu-me a penalidade mais justa para aquela marrada e afinal foi a única coisa que me fez chorar a rir até ao apito final deste mundial.
(Agradeço a todos os prestimosos leitores deste blog (ainda os há?) que me fizeram chegar várias possibilidades de provas fotográficas ou hiperligações para sites de fotos, como este aqui, recomendado pelo autodesalojado JPT)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:25 PM
[ Já vais ver se eu estava a gozar ]
Preciso de fotografia do Zidane, na final de ontem, no preciso instante em que este vê o cartão vermelho - de preferência captada pelo lado direito, e numa perspectiva a três/quartos; outras do mesmo desde que na altura pretendida também servem.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 02:33 PM
julho 06, 2006
Ai é assim, então toma lá com o “Priberam”
Ainda há pouco, num blog cujo anonimato pretendo respeitar, disseram de mim que teria debilidades hermenêuticas. Na altura confesso que me engasguei um pouco, pois já se vê, a palavra não é simpática de resolver para um homem de cultura humilde como eu, e ainda para mais aplicada num contexto descontraído de caixa de comentários (espaço do qual aliás sou cada vez menos frequentador). Porém, depois de meditar sobre o assunto, e para que não se venham a alvitrar mais tarde qualquer tipo de reservas sobre o meu bom nome, venho agora afirmar, contrapor, e aqui o faço publicamente, que acho essa expressão uma desproporcionada, maliciosa e negligente exegese. Pronto, tenho dito.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 04:14 PM
junho 07, 2006
Obrigado
O facto de ter retirado os comentários não pretende impedir o prazer de receber um elogio. Seria hipócrita negar encómios. Quando recebo mails, quase sempre inesperados, e escritos de forma espontânea e generosa, e que simplesmente me fazem saber que gostam de ler o que escrevo, irradio. É como se subitamente alguém batesse palmas por trás da cortina. Não faz de nós grandes actores, mas sempre nos faz perceber que não representamos apenas para a lua.
(eu gosto de escrever para a lua, mas que diabo, também gosto que ela sorria para mim de vez em quando)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 08:40 PM
junho 05, 2006
Do que escrevo que digo quando digo o que escrevo
Confesso que acabo sempre por estranhar quando me dizem que escrevo com humor. Sinceramente. Eu olho para o que escrevo e o que vejo é nostálgico, arrependido, de um estilo confessionário até um pouco depressivo. Claro que nos intervalos tento o exercício de me trazer à superfície. Mas chamar humor a essas braçadas de sobrevivência?
Publicado por Eufigénio Lagoa às 06:48 PM
Viva com orgulho: antecipe(-os)
Que mania esta. Ofendo-me. Como se ao fazê-lo primeiro comigo me desculpasse de tudo o resto, e perante todos os outros. Como se o que depois viesse já pouco relevante fosse. “eu sei, eu sei, já pedi desculpa”. Foi assim que sempre me escapei daqueles que me queriam dar bons conselhos. Imitava-os antes, antecipava-os, para não os ter de ouvir depois. Acho que ainda sou assim. Deve ser por isso que ainda tenho um carro de 1993 e um enorme mau feitio. O mais curioso é que ambos vão funcionando quase sem falhas. Enfim, talvez precise de uns estofos novos. E o carro, se calhar, também.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 06:28 PM
Um livro é um mero???
E um poema, talvez um pargo? Oh Hemingway, meu caro, manda aí uma dourada fáxavor! (ah, é mais pesca de alto mar, pois é verdade, atão pode ser um espadarte)
“Um livro é um mero”!? - Está bonito isto … está, está.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:53 PM
Questão de fôlego
Escrever é como mergulhar de apneia. A princípio é fácil. Primeiro lançamo-nos na vertical, o fôlego sustém-nos e o profundo atrai-nos. Tentar cinco a sete metros, com o fundo ao perto é o ideal, mas com águas transparentes. Sai a primeira frase. Mesmo que lá não cheguemos, poderemos sempre deliciar-nos com esse planar que nos envolve no que nos rodeia, a sentir na pele que não há cimo nem baixo. O fôlego começa a ir-se. Começamos a investir ideias, coisas sem terminação, apressadas. Sentimos o pulsar do coração, e a água começa a ser-nos mais pesada. Já não nos sentimos parte dela, mas a parte que ela quer tomar. Mas tencionamos ficar ainda. Agora teimamos escrever qualquer coisa, ou acabar o que quase começámos. E assim arriscamos deixar-nos naquela suspensão por mais um pouco, e essa coisa que queremos escrever está quase em nós. É um mero, enorme!, é um mero que agora nos prende a atenção, com olhos redondos, rente ao fundo. Mas já não há fôlego. Justamente agora, quando queríamos ali ficar a (escre)vê-lo. Ainda arriscamos afundar-nos um pouco mais, quase rabiscamos a frase de forma completa. Há uma embriaguez quando nos atrevemos a arriscar o limite da nossa respiração que nos faz escrever mais depressa. Mas, a partir dali, definitivamente, não há fôlego que aguente. Ou ficamos, e mergulhamos num texto desconexo sem olhar para trás, sem ligar às reservas que já não temos, ou regressamos de imediato. Voltamos. Nada justifica que fiquemos nas palavras, que só elas - nós sucumbidos - de nada valem. E já na superfície, engasgados com a água que nos entrou nos bofes, lá vamos gesticulando. Falar, agora, é impossível. Nem eles ali perceberiam o desagradável que é ter quase algo para dizer, e não saber. Ficar a um fôlego de o poder dizer. É por isso que ninguém fala do que sente quando está no fundo do mar. Assim se escreve, e se cala. Tem-se tanto para dizer sem saber. Escrever é também assim, não escrever. Ás vezes é como se houvesse um limite de tempo para a nossa respiração. Sem perceber porquê, zarpamos para cima, expelindo no ar as letras desconstruídas, tudo ali misturado numa agitação de bolhas de ar e pressa de chegar. Escrever é na maioria das vezes assim, quase, e acabar por não o fazer. Um mero enorme que nós quase tocámos no fundo do mar, mesmo antes de nos faltar o fôlego.
[ Percebes porque escrever um livro é para mim um projecto de suicídio? Ninguém escreve com garrafas de oxigénio. Ou se sabe suster a respiração, ou subitamente deixamos de perceber que estamos ali, no fundo de tudo, a ver um mero. Além disso, quando mergulho não o faço para contar, mas apenas para estar ali. E um livro é um mero; prefiro sabê-lo no fundo do mar, e sempre que mergulho, não o saber contar.]
Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:36 PM
junho 02, 2006
Passo a imodéstia
Mas confesso que estou a obituar-me muito bem aqui. Sem textos grandes (demoram muito a escrever) e já poucas interioridades (demoram muito a pensar) é verdade, as caseirices (demoram muito a fotografar) são cada vez mais raras, e as nautiquices (demoram muito a descrever) nunca chegaram a ser. Em obituação é certo, mas ainda assim com todas as vírgulas e muito garbo.
(Pode não parecer, mas há modéstia num texto curto.)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:18 PM
maio 29, 2006
Ei !
Estava a brincar, ok? Queria experimentar apenas algumas elucubrações da raiva, só isso. Palavras destas nunca poderiam fazer parte do guião daqueles que são bons de espírito não é? Aliás, ninguém é assim. Pelo menos nenhum de nós, pois não?
Enfim, aquele post sobre o cheiro a velho - admito que por culpa das cigarrilhas - ainda posso conceder que seja verdade, mas agora este aí em baixo ... por quem me tomam? algum terrorista sentimental não?
... isto é só um blog. Aqui só há palavras. Não nos levemos demasiado a sério.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 06:36 PM
maio 13, 2006
Auto-citações desgovernadas
Não há vaidade em seleccionar e publicar trechos do que já escrevemos só pelo prazer de os reler como se de nós tivessem agora surgido. Se não visamos com isso a opinião dos outros sobre nós, se não são os outros que nos motivam essa (re)publicação, então nunca poderá ser vaidade. Onanismo intelectual? Ou simplesmente um acto caduco. Solitário. Talvez não mais que um mero gesto de decadência.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 05:03 PM
maio 08, 2006
Sobre a membrana que nos afasta o mundo
Como sempre, Tati, delicio-me com o seu poder de análise e com a forma como o decompõe e o expõe. Mas neste caso considero que incorre num erro quando estabelece uma mulher dominadora como contra-ponto ao tímido, no princípio dos opostos que leva a que por ele se sinta atraída. E isto porque ninguém vive com um tímido, pela simples razão de que a timidez não é um estado de permanência, mas sim um fato que acaba por se despido assim que ultrapassada a primeira fase de um relacionamento. Por trás de um tímido há sempre uma personalidade imprevista que mais tarde ou mais cedo se assomará. Subitamente, transmuta-se, para melhor ou para pior. Deixe-me por isso que acrescente: a timidez num homem, porque o esconde, serve a mulheres de afectos aventurosos.
E olhe que sei do que falo.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:26 PM
abril 12, 2006
Eu sei que sim
... também eu transgrido nisso do engalanar das palavras.
Mas eu não sou poeta. Nem tenho um blog (!?). Ou tenho, mas nunca o deveria ter tido. Porque o mal dos blogs é justamente esse: aqui, até os tímidos falam de si. E como os outros, na ilusão de que estamos sózinhos, também aqui falam(os) demais. (nisso, os poetas que me desculpem)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:00 PM
março 23, 2006
Comunicado
É com indisfarçável emoção que concluímos esta campanha que tanto sucesso angariou, dando por encerrados (ié, inibidos) os comentários a partir deste momento. Embora a gerência mantenha a obstinada interpretação de que um blog não é uma “casa de chá”, fontes próximas garantem que a mesma não terá ficado indiferente ao reencontro com os comentadores e aos seus simpáticos contributos. Assim, e embora se obstine em dizer que não alterará a decisão de “inibir os comentários, nem o amarelo do blog”, pede-nos a mesma que manifeste os sinceros agradecimentos e v. comunique que …
“essa história da etiqueta da resposta, da cortesia e tal ...
... esqueçam. É uma estafadeira.”
Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:20 PM
março 21, 2006
Publicado por Eufigénio Lagoa às 07:50 PM | Comentários (82)
fevereiro 14, 2006
Psttt,
Athun pah? Ivan ish ton deskhonsolatush verb brolgs kill baika presckirsniun dun bozada iurks desk berzud brolg. Vork obraits ok, gort niet Natasha ish? Palla brolg, approvetisch!
Baika priken
Publicado por Eufigénio Lagoa às 08:00 PM | Comentários (11)
fevereiro 08, 2006
As minhas manias nem às paredes confesso
Tenho um blog (dizem) intimista, onde frequentemente realizo sem pejo sessões de strip. Não recearia por exemplo falar do tipo de cuecas que uso, ou das posições sexuais da minha preferência e nisso até, sobre os (frustrados) desempenhos que me sucederam. Sem inibições, arrisco até confidenciar os meus desassossegos do presente, os anseios do futuro e os arrependimentos do passado. Mas as minhas idiossincrasias os meus tiques, o meu eu doméstico, a roupa interior da minha personalidade, (e deixar-me assim tão desencapotado?), essas manias não as revelo nem mesmo perante tão simpáticos desafios … ainda que por remissão me transcenda em confidenciar apenas uma, vá lá, duas, que aliás vos são comuns:
Cecília, essa por exemplo dos macacos do nariz, embora depois, talvez por razões associadas à prática desportiva, me entretenha a enxotá-los através de um efeito de mola que obtenho ao fazer deslizar o médio no polegar. E porque não, esse teu outro Lyra, o do afinco pela lua, que é tanto, que às vezes pouso nela. Isso não faz dele um hábito, é bem verdade, mas já é “hábito” quando de lá venho aos trambolhões respondendo atabalhoadamente ao reparo familiar: “mas tu estás a ouvir?”. Será mesmo de entre todos o meu mais avelhentado e repetitivo hábito.
Ah, e há outra mania cá minha a que também sou incapaz de resistir: quebrar cadeias. Não me levam a mal pois não? :)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 09:50 PM | Comentários (6)
janeiro 30, 2006
Olha, já se foram as baratas todas
Sempre é melhor que passar a noite a ver a RTP Memória, não? E se um homem não puder assumir as suas contradições como haveria de ganhar coragem para (se) escrever assim ao deus-dará, a alardear por tudo quanto é olhos a sua personalidade de trapos?
Eu até estou a pensar abrir uma Categoria ali ao lado, titulada de “encerradices” para lá poder arquivar e organizar as já largas dezenas de post’s em que solenemente me despeço ou anuncio interrupção daqui; afinal um estilo da casa já. Por falar nisso …
Publicado por Eufigénio Lagoa às 07:29 PM | Comentários (7)
janeiro 18, 2006
(A)boné(cado), mas …
O boné que me ofereceste
diz até que é recomendado pela casa real britânica STOP
Percebo porquê: é impermeável por fora e não há chuva que nos chegue,
e por dentro com lãzinha, um conforto que não há frio que incomode STOP
Pu-lo no domingo; fiquei fã daquilo e já não quero outra coisa STOP
O pior é quando o tiro e fico com o cabelo acachapado
e com um risco marcado ao redor da cabeça STOP
Todos dizem que pareço chegado das berças
e que finalmente a minha verdadeira natureza se revela STOP
Ainda tento contrapor que não, que até tenho um blog, e que aquilo até reforça
a excentricidade própria de um intelectual como eu STOP
E eles riem-se STOP RETICÊNCIAS
Agora tenho de andar sempre com aquilo na cabeça
e sujeito a ouvir dizer que não tenho educação STOP
Sacana, tu já sabias no que isto ia dar STOP DE EXCLAMAÇÃO
Da próxima vez que te sentires desconfortável nas tuas opções de indumentária evita alargá-las aos teus amigos STOP
O mínimo que posso esperar de ti agora é um fixador para o cabelo STOP
Sem abrilhantador, de preferência STOP E FECHO DO PARÊNTESIS
E a ver vamos se ainda vou a tempo de suavizar
a fricção conjugal que tua prendinha já provocou STOP FINAL PARÁGRAFO IRRITADO
Publicado por Eufigénio Lagoa às 10:59 AM | Comentários (11)
janeiro 16, 2006
Hoje aprendi mais uma palavra nova: Onanismo !
Palavra de honra que não sabia que tal palavra tratava desta nobre arte do alívio. Onanismo soa bem, mas para ser franco via o termo mais relacionado com um indivíduo introspectivo e com acentuadas tendências solitárias. (Bom, a verdade é que não andava assim tão longe do seu significado).
Tenho que inaugurar esta minha nova ferramenta cultural. Ora deixa cá ver :
"Ter um blog é Onânico!"
Quê? Onânico não se diz? Então mas um tipo que se “onana” não é “onânico”? Então, suponhamos que eu tenho um blog e que quero manter o nível elevado a que sempre habituei os estimados leitores, e quando quiser referir-me a um punhet… tipo que por exemplo escreve para depois se comprazer a ler a(s)si(m) mesmo, como é que faço? Mas … então para que serve esta palavra nova? É só para escrever títulos interessantes? ...bahhh
PS: acabaram de me confirmar que se pode dizer Onana sim senhor, e que até parece que é daí que vem a expressão "Onana nas alturas" ... nas alturas estão a ver ... eheheh... que bela graçola... ehehe ... não ??? ...!!!
Mais um PS: Ceeeerto! Simmm, prometo, já não posto mais hoje. Sim, nem enquanto me sentir assim ! mas a sério não teve mesmo graça nenhuma? Estou a estragar o quê?
Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:37 PM | Comentários (26)
janeiro 13, 2006
Não, Eufigénia, não !!! Não leias o post dos tremores de terra ainda. Já leste? ohhh
Pois não, eu sei, mas não era intenção minha fazer alguém de parvo, é por isso que estou a corrigi-lo mas este editor anda avariado … 
E sim, claro que este blog não é para disparatar. Sim claro que vou continuar com as historietas dos miúdos
Aquilo só foi para ali em rascunho, ia já corrigir. Não, absolutamente, olha ia agora mesmo escrever uma história muito engraçada sobre dilúvios. Achas que não? Mas ... pronto, está bem. De qualquer forma o que for só será ao fim da tarde 
Publicado por Eufigénio Lagoa às 10:45 AM | Comentários (5)
janeiro 10, 2006
Ai Pavlov, Pavlov
Alguém poderá fazer o favor de traduzir o que se segue ? É que acho que este homem anda a dizer coisas pouco recomendáveis sobre mim, mas eu não sei se me hei-de irritar muito ou só mais ou menos?
E enquanto não apanho a retroversão, e isto vai ficando um Drubrigadnia de surdos, aqui segue para ti também: “Bradav Izurk! ""Baika sedrok afrusborg ark vorsdrune mirk berzud brolg Undisho Mair. Puk atreuk comento niet kurten sobrugni, mirk avorish katork virtonem zapata 'Bradav Isurk'. Autoren niet vorsdrune, misha niet vorsdrune: votta Natasha disho asproina sobrugni potok 1:00 pm - 1:00 am. votto brolg newta niet bugun farish. Baika sedrok afrusborg!"
PS:
Pelo menos fiquei a saber que em língua de arranhar “Apenas mais um” = “Undischo Mair”
Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:40 PM | Comentários (16)
janeiro 05, 2006
(Vamos lá com calma …
que nisto de combater os vícios há que ter a noção exacta das nossas limitações. Primeiro vou deixar de fumar, só depois acabarei com o blog. Uma coisa de cada vez!)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 03:20 PM | Comentários (13)
janeiro 04, 2006
Vá lá
Se toda a gente tem um blog colectivo, e até há uns que têm “o correio dos leitores”, porque é que eu não posso ter a v. preciosa participação: flores, couves, beterrabas, sequóias, pinheiros mansos, um diversificado e verdejante reflorestamento neste período de maior sequeiro que atravessa aqui este serviço das notícias do interior.
(embora seja da minha autoria, este post é uma adenda ao anterior não se propondo por isso corromper a estratégia editorial aí definida)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 06:45 PM | Comentários (6)
dezembro 14, 2005
E tu Bill, que fazes no dia 30 ?
Embora alugar aí uma casa com bar aberto e discos de vinilo, nem que seja só para ver se este gajo se estica mesmo na dança ou se é (já) só barriga garganta?
Publicado por Eufigénio Lagoa às 11:15 AM | Comentários (36)
dezembro 09, 2005
O que é isso de “admirável, sã e virtuosa performance sexual” perguntam agora
Quer tão simplesmente qualificar um desempenho sexual pujante, concretizado durante um prolongado período de tempo, mas praticado exclusivamente na posição de missionário.
Pelo menos em parte da blogosfera e em todos os recatados e públicos espaços é assim. Quanto ao resto, outras ninharias da intimidade, continuaremos com a mesma franqueza.
Publicado por Eufigénio Lagoa às 02:50 PM | Comentários (6)
Glup … quero dizer, pretende-se proceder a um esclarecimento
Aquela coisa que digo ali em baixo sobre a minha sexualidade … era só para esclarecer os leitores que essa aberrante parte do texto é, curiosamente, o único trecho em que não falo absolutamente verdade. Por acaso sempre tive uma saudável sexualidade: nunca tive nenhuma ejaculação precoce, não vejo nem nunca vi filmes pornográficos, do viagra nem lhe sei a cor azul, fiz sempre sexo com preservativo e nunca tive fantasias com duas mulheres na cama.
O medo, a mentira ou a traição, isso são tudo ninharias da nossa natureza, fraquezas com que um homem se pode até declarar publicamente. Agora não iriam acreditar que eu viesse para aqui expor enredos mais desventurados da minha latitude sexual pois não? … que aliás, felizmente, nunca tive, repito, nunca tive !
Admito até que algo idêntico se passará com todos aqueles que como eu, e com igual franqueza e honestidade, (e semelhante conformidade sexual, insisto nisto), se entreguem por aqui a confissões públicas (que raio me terá passado pela cabeça camandro) desta natureza. Até porque não vi ainda ninguém na blogosfera declamar qualquer tipo de idiossincrasia sexual … ou outra qualquer lamentável singularidade que transcenda o seu íntimo, esse sim, corriqueiramente clamado.
E pronto, era só isto, só para confirmar que apesar de cobarde, mentiroso, traidor e coisas assim que sou, no tocante à minha questão sexual, detenho uma admirável performance, coisa essa aliás sã e (sublinho) virtuosa.
Ufff
(raios partam este blog)
Publicado por Eufigénio Lagoa às 02:20 PM | Comentários (9)
dezembro 06, 2005
Porra pá, arranjaste-me um 31 !!! Tu mais os teus conselhos...
Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:40 PM | Comentários (11)
Porque é um lúcido e avisado conselho, para aqui trago comentário ao post debaixo
São amigos assim que importam quando um homem, mesmo que por breves instantes, se deixa esmorecer. Comovido, agradeço teres-me trazido à razão de novo:
“Florzinha de estufa... é o que tu és. Homem que é homem quando se levanta, pisa a trampa do gato, dá um pontapé no gato, uma lambada na mulher, um calduço no puto, sai porta fora, pára na primeira tasca, bebe uma ginja e vai trabalhar.
Qual ardor, qual carapuça!”
Obrigado Bill, não voltará a acontecer.
Eufigénia !!!!
Publicado por Eufigénio Lagoa às 12:28 PM | Comentários (0)