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novembro 07, 2005
Já que aqui se trata de amor sexo,
e assumido que está o risco deste blog se fazer avançar para tão polémico tema, recomendo vivamente este hilariante diálogo, o qual retrata a liberalização do discurso sobre a sexualidade, sentado na mesa de um ‘comum’ serão familiar.
(que aqui transcrevo na íntegra para a posteridade)
“Pais e filhos devem conversar abertamente sobre sexo?
Nada mais apavorante do que essa estória de que os pais devem conversar abertamente sobre sexo com seus filhos. Só de começar a pensar no assunto, sinto meus cabelos arrepiarem.
O que os pedagogos, os psicólogos, médicos, jornalistas, ou seja lá quem for que diz isso, querem dizer? Aonde o mundo vai parar?
Querem que conversem abertamente sobre sexo. Então vamos lá:
É de manhã, a família está à mesa. Todos estão comendo. O pai, enquanto passa a manteiga no pão, pergunta à sua filha:
- Chegou tarde ontem minha filha, você sabe que isso não é bom. Tem vestibular no final do ano. Você precisa estudar.
- Mas pai, eu também preciso de me divertir. E ontem eu só cheguei tarde porque meu namorado ejaculou antes de eu gozar. Então eu tive que esperar a segunda, foi quase uma hora para ele ficar excitado de novo. E não pensa que foi fácil. Foi só com boquete...~
- Sexo oral minha filha, olha o respeito, estamos à mesa.
- Ai, pai, deixa de ser careta.
- Minha filha, respeita seu pai - diz a mãe. Ele não quer escutar essas palavras feias em casa.
- Tá bom.
- E chupeta?
- Chupeta passa. Se quiser se referir ao sexo oral como chupeta, aí pode.
- Então, como eu tava dizendo, foi só com uma chupetinha que o bichinho ressuscitou.
- Aí você gozou, né minha filha? - diz a mãe, fitando a filha e piscando os olhos com ternura.
- Você acredita que não, mãe.
Nisso, o pai intervém, diz, balançando a cabeça com ar de reprovação:
- Já disse, minha filha, esse seu namorado é muito bonzinho, mas é ruim de serviço.
- Ai, pai, larga disso. Sexo não é tão importante assim. Eu amo ele.
Aqui, a família inteira cai na gargalhada. A filha fica brava:
- E você pai que tem que ficar usando viagra para dar conta da mamãe.
Ao escutar estas palavras, o filho mais velho vem em defesa do pai.
- Mentira. Você sabe que o papai come a mamãe toda a noite, não é verdade mamãe.
- É meu filho. E cada dia a gente varia a posição. Ontem mesmo nos passamos quase duas horas fazendo um sessenta e nove. Mas a posição que eu mais gosto é o frango assado. Mas ontem ficamos só nas preliminares até seu pai ejacular na minha garganta. Acho até que foi isso que deixou minha garganta meio inflamada hoje. Acho que vou prepara um chazinho para mim antes de visitar sua avó.
A filha mais nova, que também está na mesa, quer entrar na conversa.
- Eu dei a bunda ontem.
- Mas, minha filha, você não está muito nova para isso não.
- Não mamãe. Eu já tenho dez anos de idade e nunca fiz nem sexo anal. Todas as minhas amiguinhas já fizeram, menos eu.
O pai, depois de escutar isso, sussurra na orelha da mãe: "É melhor a gente estimular, senão depois ele vai ficar deslocada dos amiguinhos".
- Que legal filhinha. Depois eu vou te dar um KY novinho para você brincar com os seus amiguinhos.
- AÊÊ! Uipi! E o natal tá chegando. Eu quero um vibrador da XUXA, todo colorido.
Pelamor de Deus! Nem eu aguento mais continuar essa estória. E não adinta boquejar: isso é a verdadeira conversa franca entre pais e filhos. Espero não estar viva quando este dia chegar.”
Publicado por Eufigénio Lagoa às novembro 7, 2005 01:43 PM