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agosto 11, 2005

Ou seja,

Na verdade só há um mundo, o nosso - com as partes que dos outros nele cabem. Os outros são maiores quando há mais espaço para os arrumar cá dentro. Quando o nosso mundo é uma caixinha minguada só cabem os ‘outros’ pequenos, ou então, apenas as partes pequenas dos outros. Por isso é preciso repetir todos os dias a mesma coisa: “os outros não são nossos, os outros não são nossos, os outros não são nossos”, não vá um dia o nosso mundo ficar exíguo demais para os poder continuar a ter.

Publicado por Eufigénio Lagoa às agosto 11, 2005 12:16 PM

Comentários

Nem nós, somos dos outros.
Ninguem é de ninguém.

(Que coisa tão inteligente de se dizer ... mais valia continuar calada)

(Saber estar calada é uma virtude)

(E se alguem me amarrasse as mãozitas....)

Publicado por: karla em agosto 11, 2005 03:27 PM

( e o que te leva a pensar que um baraço te cala?)

(nunca pensei ver-te embaraçada numa minha caixa de comentários)

(que coisa mais inteligente de se dizer ... mais valia continuar calado)

;)

Publicado por: Eufigénio em agosto 11, 2005 03:33 PM

Não é embaraço.
É constatar que não tenho mesmo nada para dizer. (Podia ter ficado calada) :))

Publicado por: karla em agosto 11, 2005 03:39 PM

Eu falava do embaraço do baraço com que te amarrariam as mãos.
Então não digas nada (ai, que agora é que eu podia mesmo ter ficado calado) ;)

(e eu a julgar que esta colectânea de dois post's era atemorizante e a gabar-te a coragem de lhes puxares as orelhas)

(desculpa, hoje estou um pouco reflexivo - acção/reacção)

Publicado por: Eufigénio em agosto 11, 2005 03:45 PM

Belos trocadilhos, os teus.

(e pronto, calo-me já. Não porque porque tu o sugeres, só porque me apetece estar calada.)

(porra, que mau feitio o meu, hoje.)

Publicado por: karla em agosto 11, 2005 04:01 PM

Nossa!!! É engraçado como se pode dizer tanto em tão poucas palavras.
Muito bom o texto.
Sobre os comentários:
...Risos...

Publicado por: Liliane. em agosto 14, 2005 12:12 PM

Obrigado Liliane,
Mas é engraçado, pois eu penso exactamente o contrário d(est)a minha escrita, acho-a tão cheia de palavras que se me enrolam cá dentro num fastio, e que aqui resolvo momentaneamente quando as deito para fora

Publicado por: Eufigénio em agosto 16, 2005 10:17 AM

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