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junho 20, 2005
A Bricolagem – 1 – Aplicar um painel de Azulejos no seu jardim
A colocação de azulejos é aparentemente uma operação simples. Desengane-se. Antes de lhe passar pela cabeça fingir-se de ladrilhador, sugerimos que contrate os serviços de um profissional. Caso ainda assim mantenha interesse em estragar um fim-de-semana, então deixaremos aqui indicações preciosas que deve seguir à risca. Não se esqueça no final das operações de reaver de novo a família, reclamando-a de casa da sua sogra.
MATERAIS E “FARRAMENTA”
A primeira operação de qualquer processo de bricolagem é rodear-se dos instrumentos necessários. Em ofícios como este, onde a secagem rápida do cimento pode provocar alguma ansiedade, é mesmo conveniente não esquecer este passo, pois correrá o risco de ter de recomeçar tudo de novo.
Dos materiais, deverá optar entre a cola, o cimento-cola ou a argamassa. Cada um deste tipo de materiais tem aplicação mais própria conforme o tipo de superfície sobre a qual os irá aplicar. Como desconhecemos quais são em cada caso, sugerimos que os procure no goggle ou tente surripiar um panfleto do Aki.
Quanto aos utensílios, bastará munir-se de um recipiente e de uma espátula, que do restante logo se lembrará na altura em que estes lhe fizerem mais falta e provavelmente não os puder ir buscar por estar ocupado em suster os azulejos com as duas mãos e a cabeça, enquanto grita lá para dentro por ajuda e justifica à vizinha do segundo andar porque anda sem boné no meio da canícula.
Ainda sobre os utensílios tenha presente as seguintes indicações: normalmente os “taperwares” não são boa ideia para serem usados como recipiente. Irá mesmo constatar que até aqueles que têm um ar mais envelhecido e se encontram já foscos e abaulados eram afinal indispensáveis para o lanche que um dos miúdos costuma levar para a escola. O mesmo sugerimos com a espátula. Se não a tiver vá comprá-la, mas nunca em caso algum tente improvisar com aquelas coisas compridas e achatadas que nunca foram usadas mas que fazem parte de um kit de utensílios que costuma estar ao lado do fogão com a escumadeira. Caso a sua cozinha ainda esteja apetrechada com prendas de casamento, então sugerimos mesmo que nem lhe passe pela cabeça aí encontrar utensílios de substituição, por mais velhos e inúteis que estes lhe possam parecer.
PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE E “JIGS”
Deverá procurar arranhar a parede por forma a que esta possa garantir uma maior aderência da massa que irá aplicar. Caso a mesma se apresente endurecida, sugerimos mesmo um martelo de cabeça de bico, picotando-a até que o vizinho lhe chame de filho da …. Alternativamente sugerimos-lhe que use a mesma técnica, mas apenas durante o período da tarde.
Seguidamente deverá procurar fixar duas ripas de madeira (ver figura 1) por forma a ganhar duas linhas de apoio para a colocação de azulejos que, se Deus quiser, ainda conseguirá acabar antes de o Sol se esconder. A esta estrutura fica bem chamar de “jigs”. Repare na acentuação profissional com que pode pedir a alguém “ passa-me aí o jig e a farramenta fazxavor”. Estes pequenos pormenores são importantes e nada desprezíveis para aumentar os níveis de respeito dos outros, e por simpatia, a sua auto-estima, esta fundamental para um trabalho bem sucedido.
Para a colocação destas ripas, sugerimos o método clássico de “tentativa e erro” até que consiga fixar uma das ripas em plano horizontal e a outra ortogonalmente com esta. Deve repetir a operação de furação e aparafusamento tantas vezes quanto for necessário ou até achar que a parede se encontra com buracos de bucha suficientes. Alternativamente poderá sempre usar um nível de bolha e um esquadro. Mesmo que estes já não se justifiquem para o nivelamento destas duas linhas de referência, qualquer um deles é de enorme utilidade para dar com ele na cabeça. A sevícia é até mesmo recomendável entre as diversas operações da bricolagem, posto que liberta os níveis de ansiedade e nervosismo que entretanto possa ter acumulado.
O resultado antes da colocação dos azulejos deverá ser algo de parecido com o que a figura mostra. Ignorar o ibisco e os furos a mais que se possam notar na parede. Para não atrapalhar fazer de conta que ainda não tínhamos começado a colocação de azulejos.
Nota: caso alguém lhe pergunte, após esta fase mais complicada, para que precisa de um Black & Decker para pôr azulejos, procure responder com a cordialidade devida.
PREPARAÇÃO DA MASSA
Esta parte é fácil, se não tiver gatos em casa - caso contrário deverá de imediato limpar as pegadas brancas por todo o soalho da casa o quanto antes. Normalmente deve misturar-se na proporção de 3 para 1 de água. De seguida juntar um kilo de farinha e duas gemas de ovos - perdão, alguém me pôs aqui o Pantagruel à frente sem eu ter reparado, fiquemos então pela parte da dosagem. Lembre-se, após misturar o cimento com a água disporá de cerca de 10 minutos apenas até à sua aplicação. Se isso não o deixar suficientemente nervoso sugerimos que tente acudir a uma criança que grita de lá de dentro que já não há papel higiénico. Misture isso com a campainha. Enquanto procura disfarçar os berros que vêm de lá de dentro, procure explicar ao fotógrafo que não está interessado em fotografias da primeira comunhão e que isso nem por isso faz de si mau pai.
Quando voltar, notará que o cimento já adquiriu uma consistência pastosa e que já só dispõe de cerca de 2 minutos. Não se enerve demasiado. Depois de limpar o chão do pátio com o cimento que se derramou porque entretanto alguém deu uma pancada no martelo que caiu dentro do taperware ponha mãos à obra. Até porque já só tem um minuto e meio.
A COLOCAÇÃO
Se por acaso não for uma pessoa paciente e com jeito de mãos, sugerimos que conclua a obra por aqui. Não se preocupe com a estranheza que isso possa provocar, diga que o cimento se acabou e que lá na loja lhe disseram que agora é proibido tirá-lo das cimenteiras que são árvores que estão quase em extinção. Arranje a desculpa que quiser, mas não prossiga a menos que tenha uma enorme confiança no amor que lhe tem quem o rodeia.
Se por acaso não estiver a ler isto e tiver cometido a imprudência de continuar, então deverá seguir as seguintes instruções (eu sei, eu sei que o caldo já está entornado, mas sempre fica a saber como é que deveria não ter feito). Primeiro espalhar o cimento horizontalmente até perfazer o espaço da primeira fiada de azulejos. Para isso deverá usar uma colher de pedreiro ou por falta desta a tal coisa comprida que estava no kit de cozinha ao lado do fogão. Seja decidido quando atirar a massa à parede, não hesite, quanto mais obstinado for nisso mais ela se agarrará à parede sem escorregar. Não foi? Tente outra vez, não ligue à borra de cimento que lhe caiu nos sapatos, e não, não use a camisola, ai, deixe estar, e não não, para que foi agarrar o cabelo com as mãos cheias de cimento. Isso, faça um carreirinha como quem está a fazer uma pista de caricas na areia da praia, e pronto, está quase. Oops, talvez demasiado duro já, retire tudo, e claro que pode, nesta fase já pode usar a T-Shirt. Reinicie o processo desde a operação anterior (não se esqueça três para um de água).
Depois de ter a estúpida da massa já meio fixa na parede e antes que ela comece a escorregar de novo, deverá abrir umas estrias. (Não ligue à figura, aquilo foi antes desta fase, e alem disso se estava a tirar a fotografia não podia estar a fazer estrias não é? ai ai). Para esta operação recomendamos uma espátula denteada. Não tem? Como não tem, toda a gente tem uma espátula denteada! E só agora é que dizem, não é? Um garfo, um garfo grande também dá. Não se esqueça de prometer no final que irá comprar o kit de cozinha inteiro exactamente igual ao que tinha (para que serve um garfo grande afinal?).
Depois de ter a massa tem-te que não caias, e ter feito as estrias horizontais, inicie então a colocação dos azulejos. Nesta fase seria importante que tivesse o painel todo montado para saber qual a sequência de azulejos com que deve trabalhar, mas esquecemo-nos de referir isso na operação de preparação, portanto despache-se. Depois de ter batido o recorde de tempo em fazer puzzles, coloque então os azulejos, um por um, a menos que seja canhoto. Se for o caso deverá repetir a operação dos “Jigs” outra vez não esquecendo de deixar a ripa vertical do seu lado direito.
A colocação dos azulejos é uma operação repetitiva (*) que se deve fazer com rigor e com o menor tempo de paragem. É também o momento ideal para desistir caso ainda não tenha tomado essa decisão anteriormente. Se ainda assim ousar continuar deverá ter o cuidado de após cada fiada de azulejos tentar nivelá-los para que estes assentem todos de forma uniforme. Para isso deverá bater levemente sobre uma ripa de madeira.
Levemente !!!! Eu disse levemente !!!! Bem, ignore os contratempos menores e continue a repetir esta operação até concluir a última fiada de azulejos.
(*) Nunca se suspenda para tirar fotografias no meio desta operação. Rapidamente irá concluir que enquanto o faz o cimento endureceu irremediavelmente.
ADMIRE A OBRA E RELAXE
Uma das boas qualidades da bricolagem é o relaxe que pode trazer. Não deverá assim, depois da obra concluída deixar de aproveitar esses momentos gratificantes. Rodeie-se de pessoas pouco sinceras ou pouco observadoras – filhos pequenos também servem - e desfrute dos elogios merecidos.
Caso ainda se sinta pouco relaxado poderá sempre tentar um outro complemento, e que se aplica particularmente ao caso de bricolagem que aqui hoje foi tratado. Para isso precisará do numero de telefone da loja que lhe vendeu o painel. Comece com uma voz suave para se assegurar que prendeu a atenção de quem está do outro lado da linha. Depois vá calmamente subindo o tom. Deverá gradualmente expor a sua reclamação começando por explicar que acha inadmissível que não tenham junto azulejos de substituição pois que se estava logo a ver que alguns se iriam partir. Insista que o problema de serem azulejos feitos à mão nada tem a ver consigo, nem o problema de falta de verbas para investimento para comprar uma maquineta. Aproveite para acrescentar que nem percebe como é que ainda teve de pagar mais por isso, já que os azulejos saíram mais toscos. Acuse-os de não terem fornecido um manual de instruções para evitar que o desprevenido cliente acabasse por partir um dos azulejos, pelos vistos, insubstituível. Sublinhe esta parte. Vá entremeando toda a sua argumentação com um “seus ladrões”, exclamação esta que se encontra demonstrado surtir um dos melhores efeitos no processo de relaxamento. No final não se esqueça de se despedir. Todos os bricoleurs devem ser pessoas calmas e educadas.
Agora já mais relaxado, e depois de arrumar a “farramenta”, não se esqueça que terá de ir buscar a família que entretanto se exilou em casa da sua sogra. Antes corte a franja que ficou endurecida com cimento, raspe as unhas com uma espátula, e compre uma flor.
BOM TRABALHO
Publicado por Eufigénio Lagoa às junho 20, 2005 08:35 AM
Comentários
Bela obra, melhor só mesmo a descrição. Parabéns! Se depois deste relaxamento todo safaste a questão com uma só flor, correu mesmo muito bem.
Bom dia!
Publicado por: Andy em junho 20, 2005 09:48 AM
Andy,
Os meus elogios por teres chegado até aqui. Não esperava que alguém para alem de mim conseguisse ler as 4 páginas A4 desta pequena nota de bricolagem. Já mesmo eu a saltei aqui e ali.
Quanto à parte da flor, é juntar esta nota ao prólogo de bricolagem: nunca tente ser bricoleur se não tiver a certeza do amor que têm por si aqueles que o rodeiam
Bom dia tb para ti
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 09:54 AM
Espectáculo!
Gosto particularmente da parte do "Admire a obra e relaxe"...
Publicado por: Leonel Vicente em junho 20, 2005 10:29 AM
Obrigado Leonel Vicente,
A parte do "admirar e relaxar" só saiu um pouco mais extensa porque os azulejos eram demasiado frágeis. Normalmente basta um bom pontapé na caixa das ferramentas que convem ter a secção dos pregos e parafusos sem tampa, para melhor efeito.
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 10:35 AM
Obra começada, não ta veja sogra nem cunhada.
Publicado por: bill em junho 20, 2005 11:12 AM
Bill,
se bem que admita que a sogra não leia isto, já da cunhada tenho quase a certeza do contrário. Sugiro mudes para "obra sem fim, que ninguém a veja assim"
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 11:24 AM
Obra começada, meio acabada.
Publicado por: bill em junho 20, 2005 11:46 AM
Eu não consigo comentar isto!... Além do mais já pus as 30 pessoas deste open-space a virem ver se eu estou bem , tal é o meu gargalhar compulsivo.
Oh Eufigénio e se apresentasses isto como maquete para um programa de bricolage na televisão para susbtituit com vantagem os programas ditos de humor em exibição?
Publicado por: maria árvore em junho 20, 2005 12:12 PM
De humor M. Arvore? Sinceramente não entendi bem o alcance da tua sugestão. Mas tu leste isto? Investi-me de forma tão séria nisto, estava mesmo até a pensar em criar uma colecção de fichas de bricolage e logo na primeira tu sugeres um ... programa de humor? Humor?? :(
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 12:19 PM
tenho que ir lá a casa admirar o resultado de tamanha obra...
até logo!
Publicado por: a prima em junho 20, 2005 12:53 PM
(ai ai ai, ainda bem que não é cunhada. Até logo, ela disse até logo?! mas isso quer dizer que ainda tenho de fazer as juntas assim que chegar a casa)
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 12:58 PM
eu dou uma ajudinha...
Publicado por: a prima em junho 20, 2005 01:07 PM
Fiquei-me pela admiração da obra e relaxamento. Depois peço à Maria o resumo da ficha, só para confirmar se todos os passos foram efectuados. Sim, porque eu, em tempos, coloquei um painel de Azulejos que ainda não caiu. Aquela boca foleira lá em baixo, que há coisas só para homens, é mentira. :))
Publicado por: karla em junho 20, 2005 01:27 PM
Karla,
Não vejo nenhuma necessidade de desvalorizar assim o meu trabalho
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 01:53 PM
Desvalorizei o teu trabalho, só por também conseguir colocar um painel de Azuleijos, que ainda não caiu?
Não era intenção... só não queria que ficasse a ideia que os homens são imprescindíveis.
Publicado por: karla em junho 20, 2005 02:15 PM
"...mas porque é que te estás a rir assim a ler na net como é que se colocam azulejos?"
Publicado por: catarina em junho 20, 2005 02:19 PM
Tens razão. Desvalorizaste todo o sexo masculino. Agora, depois de uma vida inteira de mistificação, já só me resta vender rifas em arraiais.
(a menos que reconheças que sempre tiveste um jeito invulgar para azulejaria, e confesses que só trabalhas com luvas e essas coisas assim) :)
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 02:20 PM
Achas isso dificil de explicar Catarina? Olha experimenta explicar a alguem que te ocorreu a ideia de alimentar as plantas com um fiozinho de algodão embebido em água enquanto vais de férias. Experimenta e logo verás o que é sentir o embaraço (acabei de ler atento a hipótese de industrialização com o canudinho de plástico que a mana sugeriu. E começo sinceramente a acreditar na tese)
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 02:29 PM
Não me ocorreu a mim, li em qualquer lado (devia ser num daqueles manuais que também ensinam a tirar nódoas e coisas assim). O do canudinho é realmente outra coisa, até podiam era vender os vasos já para férias com o canudinho e o balão e o balde tudo junto, não era? (tanta parafernália, tasse mesmo a ver que vai morrer tudo em agosto...)
Publicado por: catarina em junho 20, 2005 02:32 PM
(eu sei que é 'tá-se')
Publicado por: catarina em junho 20, 2005 02:33 PM
(táçe mesmo a ver que sabes)
Mas não sei se ficarei adepto dessa técnica. Não sei porquê fico com a sensação que as coitaditas estão algaliadas.
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 02:41 PM
Exaustores... percebes alguma coisa?
Publicado por: bill em junho 20, 2005 03:25 PM
Bem, já fiz um pescoço de cavalo com duas placas de pladur lá na minha cozinha, mas a minha chaminé tem 2mx3m. Assim de coisas mais maneirinhas com fichas eléctricas sei que de vez em quando convem tirar filtros para lavar. Já experimentas-te começar por aí?
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 03:29 PM
"Pescoço de cavalo!", "placas de pladur!", "chaminé 2mx3m!"... bute assar um porco?
Publicado por: bill em junho 20, 2005 04:27 PM
Lavar os filtros na máquina é prática. Segundo um técnico especialista que lá foi a casa aquilo entrou em incompatibilidade com o esquentador, os tubos mais o diabo que os carrega... ao que parece, os gases de um e do outro não se dão mais, zangaram-se ao fim de quatro anos.
(Não sei porquê mas não fiquei convencido!?)
Publicado por: bill em junho 20, 2005 04:48 PM
Oh Bill! Obrigada! Agora percebo porque é que o meu exaustor deixou de funcionar (tem um tubo em T com o esquentador)! (devia ser uma marca mais rasca, só durou um ano)
Publicado por: catarina em junho 20, 2005 05:10 PM
Já ouvi essa explicação várias vezes. O meu cunhado Prudêncio por exemplo teve de desmontar aquilo tudo. Eu como não tenho exaustor, é escape livre, tudo lá dentro da chaminé, tachos, panelas, nós, os gatos, não tenho experiência. Humm, talvez possa ser um problema no catalizador, ou mesmo dos colectores,não sei. Mas posso sempre sugerir casa boa: Auto-escapes do Areeiro, conhecem?
Publicado por: Eufigénio em junho 20, 2005 05:15 PM
boa tarde,
olhem meninos, á conta de uma coisa dessas em T do esquentador, iamos morrendo tofdos cá em casa. O Luno andava com tonturas há mais de 1 mês...eu pensando ser de stress comecei tb a alucinar...um belo dia deu-me uma travadinha a meio da noite, a Mariana tossia q nem uma doida no beliche(parte de cima) levantei-me para ver, quase a vomitar e cai desmaiada no corredor. O Luno que vinha logo atrás conseguiu levar-me para a cama reanimar-me e só me disse: deixa-te tar deitada q tb n estou bem....
de manhã telefonei a médica q me disse n será gaz???
???
pelo si pelo não chamamos o piquete! fomos evaquados tal era a concentração de dioxido de carbono na cozinha. A sorte é q temos o hábito por causa dos gatos de fechar a porta da cozinha e abrir a janela á noite!
Publicado por: Luna em junho 20, 2005 06:26 PM
Isto é um tratado, Eufi! :)
Publicado por: cap em junho 21, 2005 07:41 PM