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dezembro 03, 2004

Virgílio Ferreira ... e Óbidos

moinho1.JPG
"(...) Assim, as coisas,
quando as fitamos até ao insondável delas,

moinho2.JPG
começam a emergir da sua indiferença e é
como se nelas nascesse uma pessoa oculta,

moinho3.JPG
uma realidade que as anima,

moinho4.JPG
um modo de serem vivas
que estabelece connosco uma inquietante comunicação (...)"

Publicado por Eufigénio Lagoa às dezembro 3, 2004 11:29 AM

Comentários

Que lindo "arranjo"! Quanta sensibilidade!
Não me agradeças o elogio. Não há elogio que consiga dar uma nota justa à tua sensibilidade que revelas em quase tudo o que aparece por aqui.
Há também um certo cuidado na maneira como tratas todos os que por aqui passam e isso é também indício disso.
Não te vás embora e se fores diz-me para onde vais para eu continuar a acompanhar a tua expressão blogoplasticoliterária!
beijinhos

Publicado por: madalena em dezembro 3, 2004 12:57 PM

O mar aproxima as regiões que ele separa.

Publicado por: Aliás em dezembro 3, 2004 01:17 PM

Madalena,
Se não agradeço ... que digo então? Nem a minha expressão "blogoplasticoliterária" me livra desta. Mas enfim, não agradeço então.
... pela visita e comentário.

Aliás,
Talvez um pouco mais do véu levantado?

Publicado por: Eufigénio em dezembro 3, 2004 02:44 PM

Vamos lá ao que interessa, a ginginha continua no sítio, com chouriço a assar? ou já não há valores? Por falar em Óbidos lembro-me sempre de Marvão, terreola que muito aprecio. O amigo por acaso conhece? Lembro até que por lá passei dias festivos nos idos da juventude...

Publicado por: jpt em dezembro 3, 2004 03:13 PM

A comunicação é um véu que turvando
gera realidades.
Aliás...
A Insondável emersão à realidade torna viva a
"inquietante comunicação"

Publicado por: Aliás em dezembro 3, 2004 03:28 PM

A ginjinha ainda posso confirmar que está nos trinques, quanto ao chouriço, não seria honesto se aqui arricasse opinião. É que a ginjinha estava mesmo boa!!
De Marvão lembro-me do frio, e de um organista dotado, do geringonço daquele farró. Estive lá por outras ocasiões, mas aquele fim de ano, sem aquela coisa do pé no ar, nem passas, nem risos porque sim, nem outras baboseiras que tal, apenas com grande e sincero magote de amigos, é assim, que me lembre, do que melhor recordo de marvão. Saboreou por lá destas coisas o amigo JPT? Ou foi mais castelos e vistas?

Publicado por: Eufigénio em dezembro 3, 2004 03:38 PM

Marvão...apraz à formosura e ao coração. Mas é cá um barbeiro por alturas de Inverno!

Publicado por: Aliás em dezembro 3, 2004 03:47 PM

Frio de Marvão em Dezembro, nas pedras vá ferir.

Publicado por: Aliás em dezembro 3, 2004 03:52 PM

Aliás,
Não sei porque digo isto, mas estranho de não lhe ver um blog por trás!? Talvez pelo que escreve, talvez como o escreve.

Publicado por: Eufigénio em dezembro 3, 2004 05:52 PM

Está quase...
Só mais um pouco...
Já nasceu!
Olha! É um moinho...

Publicado por: cap em dezembro 3, 2004 07:59 PM

Eufigenio nem de proposito... ainda esta quarta feira estive a falar em ir a Obidos. Estou com saudades da ginginha, das ruas e ruelas. Esta semana foi o Alentejo o visitado...
Abraço e bom fds

Publicado por: Alexandre em dezembro 3, 2004 09:20 PM

Gostei das fotografias e gosto muitíssimo do Vergílio Ferreira, muito mesmo. Obrigada.
Abraço,

Publicado por: Silvia Chueire em dezembro 4, 2004 12:07 AM

quando as décadas eram outras mudei por lá uma, com um tal magote de amigos que me lembro de passear em camisa pelas muralhas no "barbeiro por alturas do inverno". tinha-me divertido, tal como os outros "meninos da cidade"

Publicado por: jpt em dezembro 4, 2004 11:57 AM

Óbidos, moínhos e ginginhas, ruas e ruelas, e vergílio ferreira, e Marvão, e ao que parece décadas (um lustre?) de camisas de flanela. Tudo isto me parecem ser bons ingredientes. Para usar ou recordar.
Abraços

Publicado por: Eufigénio em dezembro 4, 2004 02:59 PM