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novembro 21, 2004

Boa noite

A lareira borrifada, os cinzeiros despejados, o inevitável trago final no resto do vinho. Olho em volta para fechar a noite.
Naqueles momentos que já são calados, de imprevisto, dou por mim a achar que ele ia agora entrar por aquela porta. Quase me levantei para o acolher.
Mas não, não poderia ser.
A esta hora, deve ter sido apenas algum barulho que ele fez 'cá dentro', a ajeitar a cama talvez.
Boa noite, eu também me vou deitar.

Publicado por Eufigénio Lagoa às novembro 21, 2004 11:57 PM